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Por que esquecemos as vidas passadas

passado distante
Esquecimento do passado…

Quase todos que conhecem a realidade da reencarnação têm curiosidade de saber por que esquecemos as vidas passadas…

ARTIGO DE AUTORIA DE ANA BLUME

Muitas vezes somos tomados pela curiosidade de saber sobre o que fizemos, ou o que fomos, em encarnações anteriores. Tenho certeza que um dos primeiros pensamentos que temos, ao estudar a reencarnação, é “quem será que fui? Em que época vivi?”. Eu, ao menos, passei muito tempo pensando nisso, quando era mais jovem, a ponto de considerar sessões de regressão.

Talvez queiramos saber que, em uma existência anterior, fomos diferentes, famosos, importantes. Que contribuímos, de alguma forma, para a evolução do planeta, na forma de pensadores, inventores, escritores, médicos. Nem tanto por vaidade, mas para chegar a uma espécie de paz: “ao menos”, podemos pensar, “eu já fiz algo de valor”.

Nos esquecemos, porém, que apenas começamos nossa escalada em direção ao Bem e que, mais provavelmente que não, cometemos erros, desperdiçamos oportunidades, magoamos aqueles que amávamos e que, muitas vezes, reencarnaram em nosso meio atual de convivência.

Nos sentiríamos humilhados, se nossos próximos soubessem de todos os erros que cometemos na presente encarnação; muitas vezes, nos sentimos humilhados ao ter de admiti-los até a nós mesmos. Convém então perguntar o que sentiríamos se adicionássemos as falhas do passado às falhas atuais? Naturalmente, nos sentiríamos bem mais desanimados, sabendo de todas as vezes que reincidimos nos mesmos erros.

Deus sabe o que faz. Se o esquecimento do passado é obrigatório, há razões para isso, até mesmo além das que conhecemos.

Diversas vezes, em nossa vida, desejamos a chance de começar de novo, por diferentes razões: quando decidimos nos reorientar profissionalmente, procurando uma ocupação mais adequada às nossas aspirações; quando relacionamentos que acreditávamos indestrutíveis terminam, nos deixando desconfiados e magoados; quando, por qualquer motivo, nos sentimos enfraquecidos por um conjunto de experiências difíceis e precisamos de uma renovação de nossa esperança e de nossa fé.

Reencarnar é a chance desse novo início, em todos os sentidos. Ainda que voltemos, muito frequentemente, em meio aos mesmos espíritos que nos eram próximos em encarnações anteriores, nossa relação com eles é totalmente restaurada para que tenhamos nova chance de reparar o mal que a eles fizemos.

Não precisamos saber quem fomos ou como agimos no passado, para evoluirmos. Nossas tendências, para bem ou para mal, continuam as mesmas, pois o espírito é o mesmo. Através da observação dessas tendências, das pessoas e das situações que aparecem em nossa vida atual, é possível compreender o que temos de melhorar, quais qualidades precisamos desenvolver e o que ainda precisamos corrigir.

É claro que não nos tornaremos espíritos completamente puros em apenas uma encarnação. Mas um primeiro passo já é um passo, que nos levará ao passo seguinte e ao seguinte a este.

Podemos argumentar que, conhecendo ao menos aquilo que nos propomos a fazer, enquanto estávamos no plano espiritual, poderíamos cumpri-lo com maior facilidade. Talvez isso seja verdade. Mas seríamos realmente verdadeiros, se estivéssemos apenas cumprindo uma lista de afazeres? Estaríamos realmente nos empenhando em procurar caminhos, se já tivéssemos nas mãos um mapa?

Não precisamos, em verdade, de um mapa. Nossa consciência já atua como uma bússola, nos indicando sem cessar o caminho que nos convém seguir: é preciso, porém, aprender a escutá-la, pedindo sempre o auxílio dos espíritos superiores em nossas preces, e nos comprometendo a segui-la.

Ana Blume é estudante de Sociologia e espírita desde os 7 anos – Idealizadora do blog “O Evangelho Segundo o Espiritismo Simplificado”

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17 Comentários

  1. Luana, o espírito não tem sexo, mas a tendência é permanecer muito tempo num mesmo sexo. A cor é irrelevante, a não ser que a condição étnica tenha a ver com alguma prova ou expiação que o espírito deva experimentar. Quanto ao país, costumamos reencarnar em meio a espíritos com quem temos afinidade, formando grandes grupos de espíritos. Como nossos vínculos costumam permanecer num mesmo país, é mais provável que reencarnemos várias vezes no mesmo país.

  2. Oi, tenho uma curiosidade. Toda vez que reencarnamos, reencarnamos com o mesmo sexo? com a mesma cor? no mesmo país?

  3. Sérgio, nunca houve tantas pessoas boas, bem intencionadas e ocupadas em fazer o bem ao próximo como hoje. Coisas boas e más acontecem a todo momento. Captamos aquilo que queremos ver. É claro que, se você se baseia na grande mídia para fazer o seu julgamento do mundo, ele está realmente uma porcaria.
    Temos que considerar, também, que muitos espíritos que não reencarnavam há séculos ou milênios estão tendo a sua última oportunidade neste planeta. Por isso a inversão de valores, a banalização do sexo e a violência exacerbada. Acredito que isso irá se agravar nos próximos anos.
    Sugiro a leitura deste artigo: http://www.espiritoimortal.com.br/voce-acha-que-o-mundo-esta-piorando/
    Um abraço.
    http://www.espiritoimortal.com.br/voce-acha-que-o-mundo-esta-piorando/

  4. Se vocês pregam a reencarnação como evolução porque o mundo está cada vez pior, o povo esta cada vez mais ganancioso, sem amor ao próximo e cometem crimes a todos os seres vivos desta Terra.

  5. Roger, darma é uma palavra do sânscrito que tem um grande leque de significados. Mas, para o budismo, seria o que no Cristianismo chamamos de Verdade, como quando Jesus diz “conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Todos conheceremos a Verdade um dia. Mas uma existência é um período de tempo insignificante para chegarmos à Verdade. Por mais esforçados que sejamos, por mais diligentes, disciplinados e obedientes ao que entendemos ser a Vontade de Deus, é impossível conhecermos a Verdade em uma única existência.
    Carma é uma palavra que também vem do sânscrito e que quer dizer ação. Sabemos que a cada ação corresponde uma reação. Podemos associar a noção de carma, então, ao que no Espiritismo chamamos de Lei de ação e reação, que nas palavras de Jesus, é “a cada um de acordo com as suas obras”.
    Precisamos aprender, sim. Mas não há como aprender tudo em tão pouco tempo. Eu me dei conta, há alguns anos, de que mesmo que me esforce muito, não terei condições de ler todos os livros que gostaria. Não é possível, o tempo não é suficiente. Se não há tempo para ler, que é apenas um contato superficial com o conhecimento transmitido através do livro, como poderei “aprender” realmente?
    Precisamos de inúmeras reencarnações para aprendermos alguma coisa. Se não houvesse a reencarnação, se nossa vida se resumisse a esse breve passeio pela Terra, como aprenderíamos o que precisamos aprender? É visível que há pessoas que aprendem com mais facilidade que outras. Há pessoas que são moralmente mais elevadas que outras. Há, mesmo, pessoas que alcançaram um grau de elevação extraordinário. Deveríamos supor, então, que estas pessoas foram creadas por Deus com vantagens sobre as demais? Por que Deus crearia algumas poucas pessoas bastante elevadas e com facilidade de aprendizado e outras tantas em situações difíceis?
    Existe uma ordem que preside a tudo, e a Lei é a mesma para todos. As pessoas que hoje são melhores é porque já aprenderam mais, já experimentaram e conquistaram mais. São espíritos velhos que fizeram bom proveito de suas oportunidades.
    Não reencarnamos para “pagar” nada. O Universo é harmonia. Qualquer erro que cometemos é contrário à harmonia do Universo, e compete a nós repará-lo.
    Todos os nossos pensamentos, palavras e ações, de todas as nossas existências, ficam gravados em nosso subconsciente. Não podemos lembrar o que fizemos em outras existências, pois animamos nova personagem, estamos revestidos de outro corpo, temos outro cérebro físico, e este cérebro não pode armazenar informações que não foram experimentadas por ele.
    Embora não os lembremos conscientemente, já que o cérebro físico não pode armazenar informações que não passaram por ele, somos o resultado do que pensamos, falamos e fizemos. A cada nova existência terrena nosso ponto de partida é o estado em que nos encontrávamos no final da reencarnação anterior ou o que tenhamos conquistado no intervalo entre uma reencarnação e outra.
    Por isso as diferenças entre as pessoas. Dada qual apresenta como sua marca registrada o somatório da sua bagagem espiritual conquistada através de inúmeras existências.
    Cometemos, sim, muitas vezes, os mesmos erros. Há erros que são repetidos em várias existências, às vezes envolvendo os mesmos espíritos, reencarnados próximos uns dos outros. Esse quadro se mantém até que haja o aprendizado efetivo através da conscientização e do reajuste entre as partes envolvidas.
    Gosto de História, estudei História, mas o homem repete os mesmos erros sempre, mesmo com o conhecimento da História. Desde os primeiros registros da civilização o homem repete os mesmos erros. Aos poucos o grau de gravidade dos seus erros vai sendo amenizado, não por conhecimento da História, mas porque somos hoje os mesmos homens que construíram a História que conhecemos. A História narra a nossa história. Os diversos períodos da História foram construídos por nós em nossas existências anteriores.
    O que nos ensina não são as lembranças, mas a conscientização. Os criminosos contumazes não sofrem de amnésia. Lembram dos seus erros e não se importam com eles, pois ainda não se conscientizaram, não se deram conta de que os erros que cometemos atingem, em primeiro lugar, a nós mesmos.
    Para alcançarmos um estado de harmonia com as Leis divinas teremos que reparar todos os nossos erros.
    Deus, sendo, como você diz, onipotente e onisciente, crearia seres programados para serem criminosos? Ou para sofrerem a vida inteira? Pois, se não existisse reencarnação, teríamos que admitir que os homens não existiam antes de nascer, e, se são creação divina, Deus, sendo onisciente, ou seja, sabendo tudo, os teria creado para serem assim, criminosos e eternos sofredores. Não podemos admitir isso.
    Somos o fruto de uma longa evolução. Somos o resultado do que fizemos de nós mesmos. Você tem razão em sustentar que o aprendizado só se consolida com os erros. Mas, por errarmos muito, precisaremos de um longo tempo, para nós inimaginável, até evoluirmos a ponto de não mais errarmos.
    O esquecimento de nossas reencarnações anteriores, ao invés de ser um empecilho para o nosso aprendizado, é um ato providencial da Sabedoria Divina. Analisando, como você bem lembrou, a História, percebemos que gradativamente vamos amenizando os nossos erros. Voltemos no tempo dois mil anos e nos depararemos com as carnificinas nas arenas romanas, que era a maior diversão da época. Depois vieram as invasões bárbaras, em que imperava a crueldade sem limites. A Idade Média, com a perseguição de todos os que pensavam diferente do que era proclamado pela Igreja e a condenação à morte na fogueira. A escravidão no Brasil, em que homens eram proprietários e muitas vezes algozes de outros homens.
    Quem cometeu todos esses erros? Nós. Nós estivemos envolvidos com erros brutais, coletivos ou individuais. Quantas tragédias já protagonizamos em reencarnações anteriores? Admita, por um instante, que, numa reencarnação passada, o espírito que hoje é seu filho foi assassinato por você, ou que a mulher que hoje é sua esposa o traiu com seu melhor amigo, ou que a sua mãe atual foi abusada por você em outra existência. Você suportaria conviver com essas lembranças? Acredito que não.
    Mantemo-nos ligados aos espíritos com os quais formamos vínculos emocionais fortes. Voltamos a reencarnar próximos uns dos outros para nos reajustarmos, pois a Lei é perfeita e não admite que a desarmonia seja mantida indefinidamente. Com nova roupagem terrena, temporariamente esquecidos dos papéis que exercemos conjuntamente no passado, somos atraídos novamente para junto daqueles com quem precisamos nos rearmonizar. Temos nova chance, nova oportunidade. Não lembramos, mas percebemos nitidamente laços de simpatia ou antipatia, atração ou aversão que não são plenamente explicáveis se desconsiderarmos o processo reencarnatório.
    Quantos casamentos nós vemos em que os cônjuges parecem nutrir raiva um do outro e mesmo assim unem-se e têm filhos? Quantos casos de mãe ou pai que adora um filho e não suporta outro? De onde vem essa aversão por esse filho? Pode-se alegar que haja uma incompatibilidade de gênios, mas isso é efeito, não causa. A causa está no passado. Não há efeito sem causa. Tudo o que não tem causa conhecida nesta existência tem sua causa em existências passadas.
    Sugiro a todos, não só em relação a este tema, o trabalho realizado pelo confrade Paulo Neto: http://www.paulosnetos.net/index.php/finish/5-artigos-e-estudos/87-reencarnacao-e-as-pesquisas-cientificas

  6. Acho muito interessante essa visão que é compartilhada pela budismo, uma noção de darma e karma, do que precisa ser aprendido e o que se deve pagar. Mas não acredito, pois o que acontece se você não lembra o que fez? Comete o mesmo erro. As lembranças nos ensinam os caminhos errados e o que deve ser corrigido. Já disseram “Quem esquece a história, corre o risco de cometer os mesmos erros”. Então, sendo Deus tão onipotente e onisciente seria incapaz de fazer tal asneira. Lembrar é preciso. O aprendizado só se consolida com os erros.

  7. Celestino, você não entendeu. Para compreender os mecanismos da reencarnação é preciso estudo. Claro que ninguém é obrigado a estudar ou aceitar quaisquer definições. Mas é exatamente o contrário do que você conclui. Não há nada escrito. Há determinadas condições que são consequências do passado. Mas o que você vai construir sobre estas condições é com você. Talvez se você soubesse do seu passado iria implorar para esquecê-lo…
    Leia O Livro dos Espíritos http://www.espiritoimortal.com.br/espirito_imortal/o-livro-dos-espiritos.pdf e O Evangelho segundo o Espiritismo http://www.espiritoimortal.com.br/espirito_imortal/o-evangelho-segundo-o-espiritismo.pdf
    Lembre que você não é obrigado a aceitar nada. Mas as coisas continuam existindo mesmo assim. Se uma criança não ecredita na eletricidade, por não entender o que seja a eletricidade, ela pode levar choque mesmo assim. É só enfiar o dedo na tomada.

  8. Eu concordo com a Eliana, sinceramente, eu acho um tanto quanto (para não dizer “muito”) injusto a gente não saber por que está sofrendo tanto. Se formos passar por tantos sofrimentos por que estamos pagando pelo que fizemos em outras vidas, então não vamos evoluir! Se somos obrigados a passar pelos mesmos apertos. Cadê a justiça! Por quantas encarnações teremos que passar. Não seria mais fácil sabermos o que fizemos, para tentar melhorar e/ou aprimorar. Aí sim, se errasse de novo, seria um problema de cada um. Aí entraria o livre arbítrio. Perdão DEUS, mas eu estaria mentindo se dissesse que eu entendo porque não temos permissão para conhecermos a nossa “outra vida”. Eu tento ser melhor, mas parece que eu estou seguindo um “script”, ou seja, tenho que seguir representando uma mesma história, parece que é um texto que eu tenho que obedecer.

  9. Eu comecei a acreditar que existe reencarnação e vidas passadas quando alguma criança morria e falavam que ela ia para o céu ficar com Deus. Aí me perguntava, se Deus criou uma vida só então todos deveríamos morrer de velhice, por que uma criança morre se ela só tem uma vida, o que ela viveu, nada. Então comecei a pensar que não era justo e que realmente existem várias vidas e tudo tem um propósito, um porquê… E também comecei a me perguntar, será que existe mesmo diabo? Por que Deus em sua infinita bondade “criaria” um “deus do mal” para nos tentar e roubar nossas almas DELE(Deus). Isso não tem sentido, então li uma matéria que falava do espírito evoluir e todos terem “perdão” e não perdermos nossas almas para um ser maligno eternamente no inferno.

  10. Desculpem, eu nem sei o que é apometria, mas segundo o texto acho que não precisamos de mais nada a não ser do novo nascimento o qual Jesus comentou com Nicodemos, minha opinião. Não sei se vocês conseguem acompanhar o raciocínio de Jesus? Ele disse que todo o que quer entrar no reino deveria nascer novamente e isso não é só tratando-se da reencarnação, renascer é onde nós estamos inseridos, sei que muitos vão vir recitando fontes kardequianas, porém cada um tire a sua própria conclusão sobre o que o mestre Kardec fala, porém eu penso que o novo nascimento se opera cada dia, na vida daqueles que entendem que fizeram mal e por isso tenta mudar as suas atitudes e pensamentos, isso é o que chamamos de novo nascimento na igreja, dizendo que ele se opera pelo Espírito Santo. Todos os dias temos dezenas de pessoas se rendendo ao senhor Jesus e eles fazem um novo propósito de vida. É claro que caem diversas vezes, porém o princípio do novo nascimento está se operando neles; entendam, a reencarnação, na minha opinião é a primeira parte do novo nascimento, mas esse novo nascimento tende a se completar aqui na Terra quando o ente já entende o que precisa fazer para guinar a sua vida, por isso batizamos somente adultos, já que até o batismo nas águas é um símbolo da reencarnação; então quando este ser entende que renasceu, embora ele possa não saber que reencarnou, para fazer a vontade de Deus, que é o dizer que temos aqui, ele se entrega totalmente à vontade da divindade e por conseguinte ao Espírito que o guia, assim sendo ele recebeu o novo nascimento, mesmo que nada saiba sobre a reencarnação, mas ele sente uma força espiritual que o leva a orar, jejuar, santificar e separar-se das vontades do corpo físico, sabendo nós que daí não advém nenhuma vontade, pois essa vontade é o espírito humano que trás de outras vidas. Jesus falou de duas coisas quando com Nicodemos: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus”.
    Está muito fácil compreender, são dois nascimentos, um da água e outro do Espírito, os dois perfazem um. Ora, nascer da água está ligado à reencarnação, já que segundo Gênesis tudo que é matéria proveio da água e também segundo a ciência e também estando de acordo com Kardec que entendia assim, sem mais delongas, o que nasceu da água nasceu em novo corpo, ou seja, reencarnou; uma coisa que os evangélicos não entendem, mas o que nasceu do Espírito já estava vivendo fazia algum tempo e em certa altura da vida encontrou o seu caminho, em nossas palavras encontrou Jesus, o que os espíritas não entendem, ÁGUA é carne ou reencarne, ESPÍRITO é o principio do que vocês espíritas chamam, REFORMA ÍNTIMA, porém na igreja se opera com muita INTIMIDADE com Deus, ao longo de toda a vida. Aí está a liga quase tênue do Espiritismo com a Igreja, a qual muitos e muitos espíritas e evangélicos não conseguem alcançar. Obrigado e muita paz a todos.

  11. Ana Paula, concordo com você sobre essa importância, mas ela não se aplica a todas as pessoas. Nem todas estão preparadas, nem todas compreenderiam. Depois de muitos anos no Espiritismo, resolvi estudar a apometria. Estudo apometria na Casa do Jardim, casa onde surgiu a apometria, trazida pelo Dr. Lacerda. Obrigado por colaborar.

  12. Existe uma importância de lembrar ou saber de uma vida anterior. Na apometria temos conseguido bons resultados de cura. Mas tudo só é revelado com a permissão divina. Muitas doenças são plasmadas no corpo físico por um desajuste de uma vida passada ou mesmo nesta.
    Sabemos que não éramos perfeitos, ilusão de acharmos que éramos puros e inocentes, se tivemos essa oportunidade de mais uma tentativa, que agarremos de todas as maneiras de sermos melhores.
    Vamos usar o evangelho como guia, tenho certeza, muitas doenças físicas,psíquicas e espirituais serão menores e nosso sofrimento também será menor.
    Podem confiar… Acredito… Deus é justo, o universo cobra da nossa consciência o equilíbrio.

  13. Uma coisas independe da outra, mas ocorrem juntas. A paz está dentro de nós. Em nosso íntimo, somos a paz do Cristo. Quando conseguimos acessar nosso íntimo, automaticamente sintonizamos com a espiritualidade mais elevada.

  14. Sabe Morel, no dia-a-dia, em dados momentos me vêm uma sensação de bem-estar, de satisfação, como se eu estivesse no plano espiritual. Digo isso porque aqui na terra nada me fez sentir isso.
    Essa sensação parece ser lembrança de um lugar muito bom, com companhias excepcionalmente boas.
    Estou tentando decifrar se são lembranças ou se meu mentor está em contato comigo.
    Digo isso porque às vezes me pego “conversando com ele”!

  15. Eliana, o fato de nos conformarmos ou não com uma Lei não altera a realidade. Se você não se conforma com a eletricidade, ela continua existindo, se você não se conforma com a Lei da gravidade, ela continuará existindo. Você mesma dá a explicação do porquê do sofrimento de muitos: Por que no passado agiram como “os criminosos que se dão bem a vida inteira”, como você diz.
    Só é difícil de entender se olharmos apenas para o hoje. A nossa vida atual é um segundo, um pequeno momento na eternidade. Não lembramos hoje mas lembraremos depois. Mesmo o fato de não lembrar não é exato. Nossa personalidade, nossas características demonstram o que fomos no passado, demonstram o “todo” que somos. Por isso ninguém é igual a ninguém. Mesmo dois irmãos gêmeos recebendo a mesma educação serão muito diferentes um do outro. Por que cada um traz a sua bagagem milenar de muitas vidas. Somos hoje o resultado do que fizemos ontem, queiramos ou não.
    Para quem precisa de “provas científicas” para entender, há inúmeros relatos de crianças que lembram de suas vidas passadas. O Dr. Ian Stevenson, cientista canadense, dedicou sua vida a recolher evidências de reencarnação. Sua obra – em inglês – é farta de provas. Há traduzido para o português o seu livro “Vinte casos sugestivos de reencarnação”. http://www.assepe.org.br/livros/Vinte_Casos_Sugestivos_de_Reencarnacao.pdf
    Eliana, se você se deu o trabalho de comentar sobre isso, é porque o assunto, de algum modo, a incomoda. Estude. Não aconselho isso para quem não liga para o assunto. Mas você, a meu ver, apenas não entendeu o mecanismo da reencarnação por falta de estudo específico. O Livro dos Espíritos seria uma ótima leitura pra você. http://www.espiritoimortal.com.br/espirito_imortal/o-livro-dos-espiritos.pdf
    Fique com Deus.

  16. Não adianta. Não me conformo com o sofrimento terrível que muita gente passa, que alegam que é porque fez isso ou aquilo em outra encarnação. O que adianta se a pessoa não lembra? Só faz ela ficar revoltada e pensando, por que tanto sofrimento? Sofrimento de criancas, velhos, famílias inteiras, que sofren sem saber por que estão sofrendo. Não me conformo. Fica um monte de revoltados, que não sabem o porquê estão passando por isso. Será que os criminosos que se dão bem a vida inteira nunca fizeram nada de errado em outta encarnação? Por que se dão bem? Eram anjos de bondade? Não me conformo.

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