Espiritismo e os relacionamentos amorosos | Espírito Imortal

Espiritismo e os relacionamentos amorosos

casal de velhos pelados

Poucos relacionamentos são realmente amorosos…

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Na falta de designação melhor, chamamos às relações sexoafetivas de “relacionamentos amorosos”. Muitos buscam no Espiritismo explicação ou solução para os seus conflitos emocionais…

Muitas pessoas ainda atrelam a sua felicidade a alguém. Acham que precisam de alguém pra serem felizes. Isso gera uma constante insatisfação, pois não é possível nos apossarmos dos sentimentos de alguém para preencher nosso próprio vazio existencial.

Recebo centenas de e-mails referentes a assuntos emocionais. Pessoas que estão traindo e não querem abrir mão nem do parceiro nem do amante; pessoas que foram traídas, acham que perdoaram mas não superam o desgosto; pessoas que não conseguem se relacionar com ninguém; pessoas que têm dúvidas sobre a própria sexualidade, pessoas que pulam de um relacionamento pro outro e nunca estão satisfeitas.

Não posso responder a todos, até porque muitos deles são tão infantis que não merecem resposta. Já sabia que isso ia acontecer quando escrevi os seguintes artigos:

Espiritismo e adultério

Espiritismo e relações amorosas

O sexo casual numa visão espírita

Espiritismo e traição

Sei que não posso reclamar, pois se expus minha opinião a respeito, naturalmente devo dirimir as dúvidas que estiverem dentro dos meus conhecimentos e experiências; e orientar sobre como recobrar o equilíbrio. Esta tarefa, muitas vezes, parece ingrata, porque é uma pequena minoria que está realmente disposta a ajudar a si mesma. Nenhuma ajuda é suficiente se a pessoa não ajudar a si mesma. E quando o assunto é o que convencionamos chamar de “relações amorosas” (na verdade, o amor é bem outra coisa), a única ajuda eficaz é a autoajuda, que na maioria das vezes deve começar com o autoconhecimento.

É assombroso o egoísmo de algumas pessoas. É o caso de quem vive um relacionamento extraconjugal mas não quer romper os laços com o cônjuge. Pode parecer que se trata de amor ou de compaixão. Se analisarem um pouquinho a si mesmos perceberão que pensam, mesmo, é em si próprios, e o que não querem é diminuir a sua cota de prazeres e atenção. Ou então a pessoa para quem nenhum relacionamento dá certo, e culpam a Deus, à Vida, ao “carma”. Perguntam, revoltadas, se estão aqui só pra “pagar”, e por que Deus não as deixa ser felizes. Não se deram ao trabalho de se perguntarem por que ninguém fica mais tempo com elas. Será que todo mundo está errado e só elas estão certas? Será que não estão exigindo demais?

Noutros casos, as pessoas se debatem durante anos em dolorosos conflitos sobre a própria orientação sexual, cheias de culpas e dúvidas. Casos complexos demais, originados de desajustes iniciados em outras existências, que exigem muito mais do que conselho ou consolo. Ou aqueles que não se sentem amados, ou que deixaram de amar, ou que traíram e não se perdoam, ou que descobriram a traição do parceiro e insistem na continuidade da relação abaixo de dificuldades.

Das pessoas que se dirigem a mim por causa desses assuntos, uns poucos se animam a comentar no próprio site. Outros, mais reservados, me contatam por e-mail. A busca pela solução demonstra o desejo de resolver o mal que os aflige. Só que pedir ajuda ou orientação pela internet, digitando algumas dúzias de palavras, é fácil. E não há soluções fáceis para problemas difíceis. Problemas sérios exigem soluções sérias. É preciso querer se ajudar. É preciso deixar a preguiça, o medo, a inércia, o comodismo, a indiferença.

Problemas são oportunidades de crescimento

É preciso, antes de mais nada, perceber algo que é óbvio, mas infelizmente ainda não é óbvio pra todos: O mundo não gira em torno de você. As pessoas não são sua propriedade. A Vida não existe para transarmos com todo mundo, prazer sexual não é amor, romantismo não é amor.

A ideia de que a nossa felicidade está na dependência de uma relação qualquer afasta qualquer possibilidade de bem-estar íntimo. É importante ter alguém para dividir a passagem pela matéria; a própria natureza, enquanto reencarnados, nos induz a isso. Mas isso não é sinônimo de felicidade. Ser feliz é um estado de ser que independe de fatores externos. A preocupação quanto à vida amorosa ou sexual (que quase sempre se confundem) gera cada vez mais incertezas, produz desconforto com a situação vigente, faz a Vida perder o sentido.

A Vida é muito mais que isso. A Vida é oportunidade de aprendizado, de disciplina, de autoconhecimento e de troca de conhecimentos e experiências. Resumir a Vida a encontros e desencontros sexuais é voltar ao estágio animal.

Quem passa por problemas desse tipo e quer solução, deve buscá-la com todas as suas forças. Se está lendo um artigo espírita é de se supor que seja simpatizante do Espiritismo. Leia. Estude. Se esclareça. Ore. Ore várias vezes ao dia, faça disso um hábito. Frequente o centro espírita. Procure um tratamento no centro espírita. Procure participar de grupos de estudo no centro espírita, a troca de experiências é um dos aprendizados mais eficazes. Pergunte-se acerca dos seus reais valores: O que você espera acrescentar nesta vida? O que você pretende fazer para aproveitar a oportunidade da atual reencarnação? Você já percebeu que sexo e atração física são fenômenos ilusórios e, portanto, passageiros? Já se deu conta de que músculos e bundas caem, que rostinhos bonitos murcham, que o tesão acaba, que palavrinhas românticas só têm valor nos momentos fugazes de prazer? Você não notou, ainda, que a consciência é o seu juiz, e que cobra você e continuará cobrando você sempre que você errar? Não sabe que não há como ser feliz mentindo pra si mesmo, tentando enganar à própria consciência? Ou você pensa que respeito, retidão de caráter, fidelidade, amizade, são apenas conceitos? Ou acha que essas coisas são fruto de pregações religiosas atrasadas e conservadoras?

Está encrencado? Quer viver em paz? Mude! Quando você muda, o mundo muda. Pare de se queixar e de achar que a Vida é um complô contra você. Há 7 bilhões de espíritos encarnados iguaizinhos a você. Você acha que você merece uma atençãozinha especial de Deus? Não sabe que não há privilégios na Lei divina? Faça alguma coisa por si mesmo, torne-se uma pessoa melhor, deixe de pensar só em si. Você irá se cobrar severamente se não mudar de atitude a tempo. Você é o seu juiz… E o seu estado de espírito de hoje, a maneira como você está se sentindo neste exato momento lhe responde como você vem agindo.

Estarei de férias neste mês de Julho. Preciso me dedicar a outro projeto em andamento, portanto, peço compreensão se não responder aos seus comentários ou perguntas.

81 comentários para Espiritismo e os relacionamentos amorosos

  1. Bianca, essa confirmação a que você se refere não deve ser dolorosa, pelo contrário. Tendo convicção de quem somos os responsáveis por nós mesmos percebemos, também, que a construção de um futuro feliz e pacífico depende exclusivamente do nosso próprio esforço. É possível mudar drasticamente a vida, é possível alcançar um grau de bem-estar íntimo e contentamento que não seríamos capazes de imaginar antes de sabermos desta verdade. O caminho é o esclarecimento e a firme decisão de se tornar melhor.

  2. Bianca disse:

    Nooossaaa! Realmente, um belo chacoalhão, puxão de orelha, e pior com toda a razão e argumentação. Não tenho nem mais coragem de reclamar da minha sorte… Na verdade, apesar das minhas fases de lamúrias e desencanto com as pessoas, sempre soube que cada um tem o que merece na vida: amores, trabalho, amigos, dinheiro, sucesso, saúde ou sei lá o que mais… Então, se hoje não estou tão feliz quanto gostaria é porque fiz por merecer, é a pura e cristalina verdade. E o pior é que ter essa confirmação é sempre doloroso, por mais que a gente saiba que precisa fazer algo pra mudar, cadê coragem? Parabens pelo artigo, espero que ajude muita gente a sair do ponto morto… :D

  3. Andreia gomes menezes disse:

    Gostei muito. Parabéns e obrigada por esclarecer coisas que ficam na escuridão.

  4. Raquel, obrigado pelo carinho e boa vontade.

  5. Raquel disse:

    Caro Morel, estou encantada com seu site que surgiu diante dos meus olhos nem sei como. O conteúdo que aqui expõe é de rico teor e esclarecimento. Resolvi contar minha experiência: Tenho 43 anos incompletos e desde muito jovem sou adepta da doutrina espírita, depois de ter vivido algumas experiências. Frequentei centros espíritas, mas nunca tive “tempo” de estudar e me aprofundar na doutrina com afinco, apesar de devorar romances espíritas, sempre que eu podia. Casei com 23 anos, tivemos um casal de filhos lindos e maravilhosos e lá pelo 15º ano de união meu casamento começou a desmoronar, e, por fim, acabou aos 21. De certa forma foi um alívio, pois suportei muita coisa, vivi sempre reprimida, deixando de ser eu mesma, abrindo mão dos meus valores e preferências. Mas, lógico, todo término de união longa traz traumas e comigo não foi diferente: afundei e caí pelo fato de me ver sozinha com dois filhos e por ter desistido do meu marido que é uma pessoa boa, mas de poucos sentimentos; muito preocupado em ter e nas aparências que não preenchiam meu coração. Pois bem, entre tantos sinais, recebi um chamado para conhecer um centro espírita. Lá fui socorrida, atendida com muito zelo, atenção e indicação de um tratamento. Como sou grata, meu Deus… pude analisar minha vida atual, descobrir minhas falhas, buscar a paz da minha alma e assumir minha missão nessa existência. Me dediquei, comecei a frequentar semanalmente. Estudo constante e quase diariamente, com uma fé inabalável em Deus e nos seus desígnios. Me encontrei e tudo ficou tão claro… Hoje faço parte do corpo mediúnico e sou muito grata por poder servir de instrumento em auxílio aos encarnados e desencarnados que lá chegam em busca de auxílio e conforto. Me sinto útil, viva e totalmente sintonizada ao plano astral. Quero parabenizar você pela disposição, atenção e clareza com que prolifera a doutrina espírita. Que a luz de nossos irmãos estejam sempre contigo para que possas acalentar corações e esclarecer almas carentes. Paz e luz para todos nós, fiquem com Deus!

  6. Morel Felipe Wilkon disse:

    Paula, não entendi a sua pergunta.

  7. Morel, aconteceu uma coisa, queria uma ajuda para entender. Conheci uma pessoa que achei que poderíamos ter um futuro, me relacionei com esta pessoa dois meses e meio mas, durante este tempo, eu queria passar amor livre sem apegos, mas ele sempre se irritava e queria amor de apego com ciúmes, sentia um lado vampírico dele, me sentia sempre fraca, tudo começou a se fechar, todas as portas, contas, tudo, foi quando terminamos – mas logo depois descobri que estava grávida e tudo começou a melhorar – mas ele não aceita, ele quer me obrigar a ficar com ele e com apegos e sem querer, ele não aceita a questão espiritual que um casal se relaciona em um breve momento e um espírito precisa chegar quando chega a hora – gostaria de saber o que acha? e o que devo fazer?

  8. Davi Cândido disse:

    Parabéns pelo trabalho.

  9. Morel Felipe Wilkon disse:

    Kelly, todos neste planeta sentem atração pelos prazeres materiais. Nosso desafio é justamente superarmos estes desejos puramente materiais nos elevando moralmente. Os prazeres materiais são momentâneos, nos satisfazem por alguns momentos e deixam uma carga de perturbações e desequilíbrios. O único instrumento que você tem para vencer o que você já sabe que lhe prejudica é a sua Vontade. Deus nos dotou de Vontade como a maior força a mover o espírito. Força você tem, Compete a você despertar essa força de dentro de você e resistir aos apelos da matéria. No começo pode parecer difícil mas é um hábito a ser adquirido, um hábito como qualquer outro. Ore, peça força a Deus.

  10. Fabricia disse:

    Obrigada pela contribuição e o esclarecimento franco. Foi de muita ajuda, me ajudou a admitir o que minha consciência já me dizia, o meu egoísmo, é o que me impede de ser uma pessoa melhor e admitir a infelicidade no meu casamento, e reconhecer que é preciso mudança da minha parte se quero ver mudança na minha vida. Estou vivendo num casamento triste, apesar de amar meu marido não estou mais apaixonada por ele, e creio que ele também se sente assim, estamos vivendo em constantes discórdias, e o respeito mútuo já está diminuindo. Por comodidade minha, orgulho, medo de enfrentar a vida sozinha, tenho me recusado a admitir que viver assim não é saudável. Sou espírita, e sei da lei de ação e reação. Sei que estou nessa união por razão maior que no momento não me recordo, mas certamente temos missão a viver juntos. Essa certeza também me faz pensar e considerar quanto ao divórcio. Temos uma filha, e não quero que ela sofra. Mas ela também sofre por ver os pais em discórdia constante, e não quero que nossas brigas ajudem a moldar o carácter dela que está em formação. Me debato quanto ao que é melhor a fazer. Me sinto fortemente atraída emocionalmente e fisicamente por alguém do meu passado, e gostaria de tentar uma nova união com essa pessoa, mas também não tenho coragem de ser a pessoa a pedir o divórcio, tenho medo. Não quero ferir meu marido, embora ele muitas vezes tem me ferido com atitude e palavras. É um debate que devo fazer com minha consciência. Não está sendo fácil. Encontrei esse site por acaso, procurando por uma luz que me ajude a me resolver. Quero ser feliz, e quero a felicidade do meu marido, mas no momento nenhum de nós dois está feliz. Aí penso no compromisso espiritual, e o divórcio só ira adiar esse compromisso.

  11. Kelly disse:

    Obrigada por este texto tão esclarecedor. Se possível, gostaria de saber sua opinião. Desde que me separei, e meu ex-marido é um homem a quem amei intensamente, me envolvi em uma relação de cunho sexual muito forte. Comecei a ter pensamentos e atitudes que não tinha, consumo de pornografia. A questão é que eu tenho dificuldade de me afastar deste homem. Quando me afasto, fico bem, focada, em paz. Então volto a encontrá-lo e me sinto perturbada, confusa. Mas mesmo tendo minha vida prejudicada, sinto uma necessidade de estar com ele e isto me traz muitos prejuízos. Obrigada por me escutar. Paz e luz a ti.

  12. Tathianne disse:

    Sob essa perspectiva me simplificou a forma de ver as coisas… sou eu mesma contra ou ao meu favor! Só em minhas mãos se encontram os instrumentos para minha melhora… muito, muito obrigada. Vou então fazer todo o bem que puder para encher meu coração de amor e se dissipar o que há de ruim em mim… longo porém satisfatório caminho pela frente…

  13. Morel Felipe Wilkon disse:

    Tathianne, nem tudo é resgate. Há pessoas que passam pelas nossas vidas apenas para ativar um sentimento que já existe, mal resolvido, dentro de nós. De qualquer modo, não temos como saber.

  14. Tathianne disse:

    Eu sinto às vezes que possa ser algo que eu tenha feito contra essa pessoa em outra vida ou que deixei que essa pessoa fizesse a mim porque todo o momento que estive junto a ele tinha o pressentimento que não daria certo ou que me magoaria e foi o que aconteceu… contrariei minha intuição e perdi uma possível oportunidade de resgate mas estou buscando incessantemente consertar isso pelos melhores caminhos (inclusive com ajuda profissional) e acredito que uma hora, nessa ou noutra vida isso se vá… oportuno o texto que me indicou, o que acha da minha interpretação disso?

  15. Morel Felipe Wilkon disse:

    Tathianne, a mágoa está em você: http://www.espiritoimortal.com.br/uma-visao-espirita-da-magoa/
    Você deve descobrir o que, dentro de você, a fez tão suscetível a essa mágoa. Uma fraqueza instalada talvez há séculos no seu espírito não desaparece tão facilmente. Talvez seja o caso de buscar ajuda profissional.

  16. Tathianne disse:

    Olá, gosto bastante dos seus textos, bem realistas e realmente também acredito que somos muito egoístas e orgulhosos e por muitas vezes projetamos nossa felicidade em alguém. Mas, sendo também um pouco egoísta, gostaria de saber se você poderia me auxiliar com o seguinte questionamento, que tem a ver com relacionamento: quando passa por nossa vida alguém que nos magoa de tal forma que a dor permanece e não se vai, não passa, que mesmo sem ver ou falar há mais de ano parece que tudo foi ontem, mesmo tendo sonhado a pessoa falando claramente que não queria mais nada, mesmo buscando, estudando, frequentando centro, exercendo mediunidade, praticando a caridade, esse único pesar amarga o coração, o que mais poderia eu fazer para que esse sentimento passasse de vez? Porque acredito que a única pessoa a se prejudicar com isso sou eu e gostaria de superar essa dor, ou amor ou paixão ou sei lá que nome que tem esse sentimento, atravanca de certa forma minha evolução. Obrigada.

  17. jessica disse:

    Oi, meu nome é Jessica, fui casada dois anos e me separei recentemente, ler esse texto hoje já está me ajudando muito a superar, no meu casamento só havia amor da minha parte e isso me fez sofrer muito durante o tempo em que estive casada, fui muito humilhada e maltradada e hoje quero superar tudo que passei.

  18. Morel Felipe Wilkon disse:

    Marina, as decisões sobre o caminho a tomar em nossas vidas competem sempre, exclusivamente, a nós mesmos. Somos responsáveis pelas nossas vidas. Você colhe, hoje, o que você plantou ontem. Colherá amanhã o que plantar hoje. O passado você não pode consertar, então ocupe-se com o presente.
    Você diz que está tentando ser espírita. Se você simpatiza com a doutrina, frequente um centro espírita com assiduidade, peça um tratamento, leia livros espíritas, ocupe-se com as coisas espirituais. Ore muiro, conscientize-se de que somos espíritos que estamos passando por uma experiência na matéria, e que temos que fazer o nosso melhor.
    A sua indecisão e o medo de se arrepender é típico de quem está longe de si mesmo. Nos envolvemos com tantas mentiras e ilusões que acabamos perdendo o contato com nós mesmos. Passamos a ser muito influenciados por pensamentos de outros espíritos, e se torna difícil reconhecer os nossos próprios pensamentos. É bom lembrar que só somos influenciados porque permitimos. Atraímos os espíritos que se afinizam com os nossos pensamentos, palavras e ações.
    É um longo caminho; não se iluda. Exige esforço e dedicação. Por achar difícil a maioria apenas vai se deixando levar pela vida. Mas se você quer readquirir o controle sobre a sua vida, espiritualize-se, recomece, retome o domínio sobre si mesma. Só assim você terá condições de avaliar e decidir o que é melhor para você.

  19. MARINA disse:

    Ola! Não sei o que fazer meu amigo. Estou casada há 3 anos e meio, nos dois primeiros anos o casamento foi de intensa paixão, mas depois foi desgastando e acabei me envolvendo com outra pessoa que também é casado. Lutei e estou conseguindo sair fora disso, porque não é isso que eu quero para minha vida. Peço a Deus para me transformar em uma pessoa melhor, que me dê forças, eu estava me sentindo bem, mas há duas semanas tive uma recaída e estou me sentindo péssima. Mas o pior não é sair de um relacionamento que não passou de uma aventura e que não significa para mim, até porque o que eu mais quero é nunca mais me envolver. A pior parte é que não sinto mais prazer com meu esposo e ele me cobra isso, diz que é fiel a mim, que não quer arrumar outra pessoa, mas eu fico confusa. Às vezes até imagino que seria bom ele conhecer outra pessoa, se apaixonar e ir embora. Eu não quero magoá-lo, ao contrário, quero o seu bem e que seja feliz porque foi o melhor marido que Deus poderia me dar, mas eu não consigo amá-lo como merece e ter relação com amor, às vezes me deito com ele só para me deixar em paz, sinto uma sensação horrível de angústia, de sufocamento, sinceramente não sei o que fazer. Tenho medo de me separar e descobrir que estava errada e ser tarde. Penso que pode ser uma fase, que pode ser um problema espiritual. Gostaria de ouvir a opinião do amigo. Um abraço! Estou tentando ser uma espírita, porque ainda sou cheia de defeitos!

  20. Eliane disse:

    Adorei seu texto. Preciso muito lhe falar. Não consegui aqui seu e-mail, se for possível me responder por ele, ficarei grata.

  21. Mônica disse:

    Obrigada pela atenção. Foi sim um desabafo e também busca por respostas que não tenho. Fica com Deus.

  22. Morel Felipe Wilkon disse:

    Mônica, seu comentário foi muito longo; não havia necessidade disso. Entendo que isso talvez sirva como um desabafo, mas imagino que você tenha escrito para que eu o lesse. Você pensou em você, apenas isso. Será que você não é assim nas suas relações? Será que você não dá atenção demasiada às suas necessidades sem se perguntar se os outros estão à sua disposição? Pense nisso.
    O uso do álcool, quando gera qualquer mudança de comportamento inadequada, deve ser imediatamente abolido. O seu uso nessas circunstâncias é um convite para os espíritos desocupados ou para possíveis obsessores.
    Não temos uma programação detalhada. Reencarnamos com algumas possibilidades e tendências; só isso. A nossa vida somos nós que construímos.
    Se você sente falta de alguém, não há porque ficar sozinha. Mas não repita os mesmos erros. Permita-se recomeçar, fazer diferente. Nossa vida é aprendizado. Se não estivermos dispostos a aprender, podemos repetir inúmeras experiências e os resultados serão pequenos.
    Aprenda mais sobre você mesma. Leia, estude, questione-se.
    Fique com Deus.

  23. Mônica disse:

    Olá! Tenho 42 anos e muitas dúvidas o que fazer a partir de agora. Sinto-me como se estivesse esperando algo acontecer. Aos 15 anos conheci um rapaz e me apaixonei, ao completar 17 anos descobri que estava grávida, casamos na igreja e no civil, eramos imaturos brigávamos muito, aos 19 anos grávida de nosso segundo filho, após algumas idas e vindas pus fim a relação. Ele era ciumento, naturalmente imaturo, apesar de ser 6 anos mais velho que eu. Eu me sentia agredida (chegou a me agredir fisicamente e verbalmente e eu revidava) e podada por ele, chegou a me pedir para largar os estudos. Voltei para casa de meus pais que me ajudaram a criar meus filhos. Tive um final de adolescência diferente, limitado pelas necessidades exigidas pela maternidade precoce. Tive alguns namoros curtos de alguns meses, até que com 25 anos me apaixonei por outro rapaz 4 anos mais velho que eu. Esse rapaz tinha um relacionamento conturbado com a mãe do seu filho que havia se mudado por um tempo para outro estado. Tentamos evitar mas acabamos nos envolvendo emocionalmente, eu lhe disse que se ele separasse ficaria com ele, e foi o que ocorreu, hoje vejo que fiz a ex dele sofrer uma vez que ela se recusava a aceitar a separação e nos perseguia inconformada. Esse segundo era uma boa pessoa, com um caráter que admiro até hoje, depois de um tempo de namoro, moramos juntos por 9 meses, e por me sentir perseguida e desrespeitada pela ex dele, convenci que seria melhor para nós e para o seu filho que casássemos legalmente, uma vez que toda vez que levava seu filho em nossa casa era surpreendido com uma queixa na delegacia da infância e juventude. Após cerca de dois meses de ter realizado o casamento civil tivemos um desentendimento bobo e ele disse que nossa relação acabará ali, daí resultou em outros desconfortos e desentendimentos o que resultou na saída dele de casa, tendo mantido comigo uma relação de namoro por cerca de 1 ano ainda, até que nos afastamos, ele tinha uma boa relação com os meus filhos que na época eram crianças. Sofri muito com essa relação, não entendia como uma pessoa casava para separar dois meses depois,tive depressão e comecei a frenquentar um Centro Espírita que me ajudou muito (passei a frequentar em 2004). Reconheço que eu tinha um gênio difícil, e uqe hoje apesar de melhorado ainda é peculiar. Essa relação durou de 1998 a 2004. Hoje não nos vemos, mas posso dizer que somos amigos. Ele ainda saía comigo quando se envolveu com uma moça, hoje mãe de sua segunda filha. Me afastei para não causar transtorno na vida dele com a primeira esposa tinha nos causado. Pois logo no início requisitava muito a sua companhia. No final de 2006 já com 34 anos conheci um rapaz 7 anos mais novo, rapidamente nos apaixonamos, eu lembro de estar ainda fazendo tratamento espírita e agradecer a graça de ter encontrado alguém tão especial, carinhoso, alegre. Esse rapaz apesar de apaixonante era usuário de drogas mas de uma forma que eu considerava controlada, ele tinha um histórico familiar. Como eu já havia usado por um período da adolescência achei normal. Posso dizer que ele encantou a mim e a minha família. Fomos muito felizes nos primeiros anos, apesar de eu considerá-lo um pouco mentiroso (mentiras bobas, para não se indispor ou não ser como ele dizia indelicado), eramos diferentes mas tínhamos muitas afinidades. Não oficializamos, não tivemos filhos, parecia que nos amávamos muito, apesar de eu enxergar seus defeitos e ele considerar que eu poderia ser um pouco diferente em alguns aspectos. Quando começamos ganhávamos os dois pouco. Com o tempo ele consegui um bom emprego e mudou de estado, fiquei magoada dele não contar que tinha uma esposa, pois morávamos juntos, mas ele justificou que como a empresa pedia mobilidade ele achou por bem dizer que era solteiro, que nada mudaria, e de fato nada mudou entre nós, com cerca de nove meses morando em estados diferentes, vendo-se apenas de 15 em 15, com meus filhos crescidos fui viver com ele, e logo mudamos para outro estado distante. Ele passou a ganhar bem, convidou um dos meus filhos para viver conosco, mas começamos a ter atritos de convivência, ele parecia se sentir explorado de alguma forma, excluído da nossa cumplicidade por nós, o pai nos meninos não nos ajudava, e como antes morávamos na casa de minha mãe e ela não nos deixava ajudar nas contas ele nunca se dera conta que se eu o acompanhasse arcaria com despesas maiores que só as minhas. Ambos tentamos, sei que ele tentou, mas os desentendimentos aumentaram, eu mais caseira, ele querendo curtir até o máximo, passou a se drogar e beber de uma forma que me incomodava, meus filhos devido a esse fato e a pouca diferença de idade não o viam como respeitável. Ele passou a chegar muito tarde em casa quando saía para balada como se fosse solteiro, pois muitas vezes não quis acompanhá-lo, e eu achava que não haveria mal nele sair para se divertir, beber com os amigos, ouvir música, não achava que poderia incluir traições, com o tempo passei sofrer angustiada, as vezes falando, as vezes calada. No final de 2011 meus dois filhos que estavam morando conosco resolveram voltar para o nosso estado, meu terceiro marido (hoje ex) foi transferido, e como eu estava trabalhando numa boa empresa, e ainda pagava os estudos sozinha dos meus filhos, não o acompanhei, disse que iria quando ele conseguisse algo para mim, e assim não teríamos problemas com o dinheiro, apesar de na época ele ofertar, só que eu estava magoada das vezes que ele se queixará sobre o pai dos meus filhos não ajudar. A família materna dele não me aceitava muito bem, em especial a tia que criou ele, que era a matriarca da família. Com cerca de 11 dias da transferência dele de trabalho para outro estado, depois de uma discussão boba ao telefone ele terminou o relacionamento, ficamos juntos de outubro de 2006 até janeiro de 2012. Sofri muito e senti que ele sofreu também, mas ele relatou que por vezes foi insuportável viver ao meu lado. O problema com os meus filhos (o qual ele sempre teve o cuidado de não deixá-los percebê-los ou se sentirem culpados), a rejeição da família materna dele para comigo e nossas diferenças de pensamentos. Por muitos meses sentimos um a falta do outro, ele continuou a vida dele, com mais recursos no estado mais próximo dos parentes. Eu fiquei morando no norte do país e com um salário pequeno que não sustenta a mim e meus filhos sem a ajuda da minha mãe. Descobri muito depois que ele andou me traindo sofri, e ponderei que como estávamos brigando era de se esperar, apesar de considerar erradíssimo. Passado dois anos ele irá casar oficialmente com uma moça que conheceu. Eu fiquei sozinha, eu antes tinha certeza que iríamos envelhecer juntos, que ele amadureceria, tínhamos planos até a aposentadoria, e até filhos chegamos a falar e sonhar muitas vezes. Agora vivo a pensar, não pode minha programação ter sido para casar 3 vezes, me sinto ainda uma mulher adulta mais jovem, aos 42 anos, para ficar sozinha sem um companheiro. Acredito que devo pautar minha felicidade em mim mesmo e luto por ser a cada dia uma pessoa mais satisfeita, apesar de em toda minha vida tudo vir com luta diária. Dizem que sou medium, e já fui aconselhada a não beber pois altero muito a minha conduta. Apesar de frequentar há muitos anos centros espíritas e estar sempre me tratando, sinceramente não sei o que pensar, seria errado estar aberta para novos relacionamentos (sinto carência afetiva e física), seria errado realmente beber “socialmente”. Vivo afastada da minha família, dos amigos com os quais vivi a vida inteira, estar longe é tão difícil… o que devo fazer para melhorar, o que esperar da vida… ainda sinto falta do meu terceiro marido que apesar de termos tido uma relação angustiante ao final, nos tratávamos no geral com muito amor, ou pelo menos assim eu pensava… será que devo esquecer esse lado e procurar ser feliz e viver daqui para frente só, sem um parceiro?

  24. Morel Felipe Wilkon disse:

    Dandara, você não deve precisar que alguém exerça influência sobre você para você não beber. Essa força tem que ser sua, e não de outra pessoa. É bom cuidarmos dos outros, mas não podemos deixar de cuidar de nós mesmos. Se você se torna uma pessoa melhor o ajudando, e se ele se torna uma pessoa melhor sendo ajudado por você, ótimo. Vocês dois crescem juntos. Mas se você se deixa influenciar negativamente por ele e se ele não melhora mesmo sendo ajudado por você, a sua ajuda talvez esteja sendo inútil. Não podemos ficar com alguém só por pena.
    Reflita sobre a utilidade da sua relação para o crescimento espiritual de vocês. Não se anule como pessoa por alguém que não ajuda a si mesmo.
    Siga frequentando o centro espírita, estude, leia, ore. Mantenha-se protegida espiritualmente, assim tudo fica mais fácil.

  25. Morel Felipe Wilkon disse:

    Dedique-se ao estudo do Espiritismo para adquirir mais equilíbrio e não dar tante importância a si mesma. Ou procure auxílio psicológico. Particularmente, acredito que a conscientização prporcionada pelo estudo da doutrina nos torna pessoas mais equilibradas. Mas é um processo permanente.

  26. dandara disse:

    Oi Morel. Gostei muito do texto e frequento o centro espírita. E como a minha vida está passando por um momento decisivo a minha dúvida é a seguinte.
    Tenho 28 anos e faz uns dois meses e meio que terminei com o meu namorado. Nesse meio tempo quase dois meses depois eu conheci outro cara e me envolvi muito.
    Só que o meu ex descobriu tudo e não quer aceitar o fim da relação. Vive me ligando, mandando mensagens no facebook e celular e sempre me liga chorando, diz que me ama muito e que só tem a mim. Num dia cheguei a receber mais de 20 chamadas só dele.
    E o pior é que ele perdeu praticamente tudo que ele tinha em dívidas, até mesmo o emprego. Sem contar que a família dele nem se importa com ele e nem liga para saber se ele está vivo ou se precisa de algo.
    Vendo ele assim triste e mal do jeito que ele está acabei meio voltando pra ele, pois senti muita vontade de cuidar dele.
    Só que as nossas brigas eram muito frequentes e ele chegou a me agredir mais de uma vez e eu a quebrar as coisas dentro de casa sem contar que ele estava sempre bêbado e drogado, diferente do cara que eu conheci que não bebe quase e me influencia a não beber e fazer algo pela minha vida e é extremante carinhoso.
    Agora estou perdendo-o por que eu não consigo me desligar do meu ex e não sei qual a coisa certa a fazer.
    Eu chego a passar noites inteiras em claro refletindo e fazendo preces pedindo para esclarecer a minha mente mas nunca consigo chegar a uma resposta.

  27. Marcela disse:

    Olá Morel Felipe, acabei de conhecer seu site e achei muito bom mesmo, não sei se terei uma resposta, mas eu sou uma pessoa que não consigo manter relacionamentos, e o pior eu sei que é problema comigo, o que eu não consigo é mudar isso, eu sou uma pessoa que começo muito bem um relacionamento, porém não sei o que acontece que passa o tempo eu me torno completamente insegura, com tudo, acho que a pessoa perdeu o interesse por mim, imagino coisas que nem aconteceram, e até absurdos, isso por mais que pareça que não me faz muito mal, e sei que também prejudica quem está comigo, gostaria de uma orientação pois realmente eu quero e preciso mudar, eu estou em um relacionamento hoje, e gostaria de não cometer os mesmos erros, obrigada desde já.

  28. Morel Felipe Wilkon disse:

    Jaqueline, o que você pode fazer é ser o melhor possível para ele. Não desistir de ajudá-lo e ter paciência. Mas não podemos mudar quem não quer ser mudado. É preciso que a pessoa desperte para a necessidade de mudança.

  29. Jaqueline disse:

    Olá Felipe…

    Tenho 33 anos, sou simpatizante do espiritismo, creio que a doutrina nos dá muitas respostas aos questionamentos dessa vida, porém não tenho muito conhecimento.
    Bom como já disse tenho 33 anos e estou casada há 02 anos com um rapaz de 30 anos, sou uma pessoa muito alegre e brincalhona ao contrário dele que vive estressado e o pior vive xingando nomes horríveis que eu odeio por sinal. Além disso vive se lamentando de tudo, diz que não é feliz e por isso também não pode me fazer feliz e às vezes nos momentos de raiva (quase sempre por bobagens como derramar algo no chão) começa a xingar e pedir pra Deus levar ele por ele não aguenta mais essa vida.
    Quando ele está em “paz” (raros são esses momentos) ele é uma pessoa maravilhosa, muito carinhosa, atenciosa… então não consigo entender o que se passa na com ele. Já sou a 3ª esposa dele. Queria ajudá-lo mas não sei como, uma vez que ele não quer frequentar centro espírita e poucas vezes vai à igreja…
    Gostaria de uma orientação a respeito. Desde já agradeço.

  30. Morel Felipe Wilkon disse:

    Gabi, desconheço esse tipo de orientação por parte de médiuns espíritas. Acredito que o centro espírita que vocês frequentem não seja kardecista. Se for, a médium está muito mal-orientada. Se um amigo desencarnado dele que está chateado com você, este amigo é ainda muito inferior, pois espíritos minimamente esclarecidos não “se chateiam” por causa de comportamentos humanos comuns. Reveja a credibilidade deste centro espírita.
    A não ser, é claro, que você seja muito possessiva, que você não desgrude, dele, que você não o deixe em paz e não permite que ele tenha vida própria.
    Apego todos nós temos, e é necessário que ainda tenhamos, desde que este apego não seja excessivo. Em nosso grau evolutivo é através do apego que nós desenvolvemos o amor. O apego deve ser, pouco a pouco, transformado em sentimentos amadurecidos, mas isso é um processo lento que deve ser realizado conscientemente, sem forçar a barra.
    Encerrar o relacionamento por causa de apego? Isso é um contracenso. É preciso dar espaço, sim, mas encerrar é um exagero, até uma fuga. Podemos fugir de hábitos e coisas materiais, não de relacionamentos amorosos. Dê mais espaço, sim, permita que ele tenha a sua vida própria. Mas isso você só vai conseguir se você também se interessar mais por si mesma, se você se der espaço para desenvolver as suas potencialidade e viver a sua vida.

  31. Gabriele disse:

    Olá Felipe,
    Estou escrevendo sem a certeza de uma resposta, mas, se possível, peço que você me passe algumas orientações porque não tenho ainda o conhecimento suficiente para esclarecer algumas dúvidas. Tenho 22 anos e estou namorando um rapaz de 27 há 1 ano e pouco. Nós dois frequentamos um centro espírita onde tem uma médium que aponta para nós todos os nossos defeitos, é muito difícil aceitá-los, mas assim o faço com muito esforço. Recentemente ela tem aberto meus olhos com relação ao meu apego a ele, e não tenho dado importância. Mas tenho me autoanalisado e vejo que ela tem razão, andei lendo artigos sobre apego emocional e vi que estou sim MUITO apegada a ele. Pedi orientações a ela, e ela me disse que eu tenho que conversar com ele. Sim, já mencionei isso a ele e ele também acha que venho sofrendo disso. Mas a gente não sabe se posso trabalhar isso com ele, ou se seria o caso de eu me afastar dele… (pensar isso já dói, mas isso já é demonstração do apego). A médium do centro disse que um amigo dele desencarnado já está bem chateado comigo, pois venho prejudicando ele. Não quero mais que isso ocorra. Acha que seria o caso de encerrar o relacionamento? propor uma distância, um espaço? Se assim for, vou sofrer muito, mas se for necessário para nossa felicidade, farei!
    Att.,

    Gabi.

  32. Dete disse:

    Meu casamento de 24 anos está prestes a acabar. Meu marido me traiu, o perdoei e recomeçamos, mas descobri que ele está com a sua amante novamente, decidi por um fim. Apesar de amá-lo muito eu não mereço essa atitude dele.

  33. Morel Felipe Wilkon disse:

    O melhor é ele buscar orientação e tratamento num centro espírita, Dayse. Se quem ele viu em sonho foi realmente ela, é possível que ela tenha aparecido a ele como um pedido de ajuda.

  34. DAYSE disse:

    Morel, Boa noite! Estou escrevendo por um amigo, ele já estava separado mas sempre amou a esposa que após a separação se envolveu com um homem mais velho e esse homem a matou. Meu amigo sonhou com a ex-esposa desencarnada, ela estava com um cigarro na mão, de camiseta branca comose estivesse se prostituindo.
    Ele ficou um tanto triste e preocupado com ela. Será que o espírito dela não conseguiu ir para um bom lugar e o que ele deve fazer?
    Muito obrigada.

  35. Morel Felipe Wilkon disse:

    Franci, cada um de nós tem totais condições de decidir e agir de acordo com a nossa vontade. Você é responsável por você mesma; pelos seus pensamentos, palavras e ações. Tudo o que você faz ou deixa de fazer gera consequências pelas quais você terá que responder, mais cedo ou mais tarde. Não confunda dificuldade ou vontade fraca com “não conseguir”. Não é admissível, por exemplo, alguém “não conseguir” ser fiel. Não estou fazendo um julgamento, não se trata de julgar valores. Estou apenas dizendo que quem decide por você é você. É compreensível, até certo ponto, que uma pessoa casada beije ou se deixe beijar por outra pessoa por quem sinta atração, pois pode não haver tempo suficiente para reagir. Mas sempre dá tempo de reagir antes de se envolver sexualmente com alguém. Então, não é que você não consegue ser fiel, mas você não quer ou não dá muita importância à fidelidade.
    Compreenda que tudo o que você faz é responsabilidade sua, independente de você achar fácil ou difícil. Se você não quisesse, realmente, trair, não trairia. O mesmo se aplica ao seu casamento. Se você tomou a decisão interna de se separar, se você se conscientizou de o que o seu casamento não tem mais nada a oferecer de construtivo a vocês dois, separe-se. A decisão é sua, a ação deve ser sua e a responsabilidade pelas consequências também.
    Conscientize-se de que ninguém pode tomar decisões por você, ninguém pode resolver questões íntimas que são só suas, ninguém pode arcar com as suas responsabilidades. Temos livre-arbítrio, ou seja, temos o poder de tomar decisões e construir a nossa vida. O rumo que você está dando para a sua vida é responsabilidade só sua, de mais ninguém.
    Acredite mais em você mesma. Questione os seus valores. Determine o que é importante para a sua vida. Faça o que deve ser feito.

  36. Franci disse:

    Olá, Morel Felipe Wilkon.
    Acabei entrando em seu site de curiosa mesmo, porque estou em uma fase bem difícil da minha vida. Sou casada, não tenho filhos e não consigo ser fiel ao meu companheiro. Gosto dele, a sua companhia me faz bem, já tentei me separar várias vezes, mas tem alguma coisa dentro de mim que não deixa ele sair. Não estou mais aguentando tudo isso, me ajude por favor…

  37. Kari disse:

    Muito obrigada pelas palavras, sempre serenas e sensatas. Sabe usá-las para mexer conosco profundamente, fazer com que reflitamos e pensemos acerca das nossas atitudes, comportamentos repetitivos, reclamações eternas, sentimento de vítimas do mundo… Esse texto realmente deu uma “chacoalhada” e me fez pensar sobre a minha vida. Obrigada mais uma vez!

  38. Bruna disse:

    Estava em um conflito interno muito grande, prestes a errar e feio, mas graças a Deus, após uma conversa com um colega, parei pra refletir e fui buscar orientação no Espiritismo, doutrina que sigo há anos. Ao encontrar sua página, não tive como não ficar mexida com tudo o que li e repensar um erro que eu estava prestes a cometer. Deixo aqui meu profundo agradecimento!! Que Deus continue a te iluminar.

  39. Morel Felipe Wilkon disse:

    Lívia, continue estudando, o esclarecimento é imprescindível para vencermos a nós mesmos. Qualquer influência espiritual só é possível se dermos acesso aos espíritos através dos nossos pensamentos. E o medo, que você diz sentir, abre brechas por onde elas têm acesso a você. Elimine o medo; ore sempre, seja racional e lúcida.
    Não deixe de estudar sobre a sua mediunidade. Procure participar de um grupo de estudos no centro espírita. A vida de um médium que não sabe controlar sua sensitividade pode ser bastante difícil – geralmente é.
    Todos nós sofremos influências espirituais. O que você experimenta agora pode ser um antigo companheiro ou desafeto seu ou dele.
    Afora o aspecto espiritual, eu preciso dizer a você que aos dezoito anos todos os namoros entre pessoas razoavelmente normais são um encanto. Não deixe de viver a sua vida. Isso não é amor. Você tem que ter o seu espaço, as suas amizades e fazer as coisas que você gosta. Ele, da mesma forma. No máximo, vocês podem entrar num acordo e cortar uma ou duas coisas. Mas deixar de viver a sua vida para viver a vida do outro nunca dá certo. Você não aguentaria por muito tempo, você não estaria sendo sincera com ele, você iria acumulando mágoa e desgosto, e depois seria bem trabalhosos recuperar parte do tempo gasto contra a sua vontade. Repense a sua relação. Amor é liberdade.
    Fique com Deus, estude muito, seja feliz. Vivemos para sermos felizes.

  40. Lívia Lara disse:

    Olá Felipe!
    Eu namoro há 2 anos e resumindo meu namoro é um encanto, um sentimento puro de muito carinho. Nós somos pessoas muito diferentes e ele acaba não gostando de fazer nada do que eu quero. Enfim, é muito egoísta. Estou ferida intimamente, pois sinto falta de amizades, de fazer as coisas que eu gosto, e acabo me privando dessas coisas para não feri-lo (ele é muito difícil de lidar). E ultimamente algo que eu fico pensando muito é na gente separados. Eu tento tirar esses pensamentos, mas parece que eles sempre aparecem. Então fico pensando que pode ser espíritos ruins. E essa vontade não vem de dentro de mim, pois quando penso na minha vida sem ele me bate até uma tristeza. Conto os minutos para estar com ele, sinto saudades o tempo todo, ou seja, não estou com vontade de estar sozinha. E eu sou uma pessoa muito sensitiva, e no centro que eu vou já me falaram que eu possuo muita mediunidade, e eu posso sentir isso. E essa não é a primeira vez, já houve uma época que eu podia sentir um espírito de uma mulher do meu lado, eu fechava os olhos e via ela rindo cinicamente e com muita maldade. Tenho medo. Tenho apenas 18 anos e isso não é fantasia, meu namoro realmente é muito bonito. Podem os espíritos ficar incomodados com isso? Acredito que sim. E acho que eles aproveitam de nossos momentos “fracos” (como eu disse estou um pouco triste ultimamente) para tentar nos afetar. Eu tenho uma grande facilidade de absorver energias. Ontem mesmo eu estava muito bem lendo um livro espírita, estava me sentindo leve e feliz como há muito tempo não me sentia, e de repente fiquei muito mal, tento controlar, focar o pensamento em Jesus, mas parece que um desânimo toma conta de mim. E logo ontem à noite eu e o meu namorado começamos a discutir, mas depois ficou tudo bem, pois a gente não deixa isso tomar conta. Eu me considero uma pessoa muito boa, tenho milhões de defeitos, é claro, mas o que você acha que eu faço quando esse mal e essa tristeza tomam conta de mim? Sou muito sensível…
    Amei o seu site e pretendo acessá-lo todos os dias um pouquinho. Ganhar conhecimento em relação a Deus e à vida pra mim é a coisa mais interessante e útil para nós.
    Abraços!

  41. alguem que deseja seu bem disse:

    Chica, lendo sua história não posso deixar de comentar. Minha vida toda corri atrás dos homens bonitos e bem sucedidos achando que com isto eu encontraria segurança e felicidade. Só encontrei decepção e aborrecimento. Um belo dia concluí que eu deveria trabalhar por mim mesma e ter uma carreira profissional. Aos 40 anos eu conheci um homem totalmente diferente do que sempre busquei: gordinho, carro velho, lutando por uma oportunidade profissional e já meio desacreditado de si mesmo. Nos casamos e eu mostrei pra ele o quão bom profissional ele poderia ser se trabalhasse alguns pontos. Hoje ele tem um excelente emprego, emagreceu, trocou de carro e temos nossa casa própria. Você quer amor? Comece amando a si mesma e aprenda dar amor ao próximo. (Aliás, eu e ele nos conhecemos fazendo caridade num centro espírita). Todos os dias vemos na TV mulheres que, por causa de um eu te amo num momento de carência, morrem assassinadas nas mãos de homens egoístas e violentos. Não queira isto na sua vida. Se você quer amor aprenda a dar amor. Aprenda a abrir mão de determinadas ilusões que só servem para atrasar nossa vida. Seja feliz. Você pode e todo filho de Deus merece, basta você dar uma ajudinha. Beijão e coragem.

  42. Morel Felipe Wilkon disse:

    Chica, somos responsáveis por tudo o que nos acontece. Não há como fugir a essa constatação. Você acha preferível uma má experiência do que experiência nenhuma, mas fala isso porque nunca viveu uma má experiência. Muitas pessoas que viveram más experiências afetivas gostariam muito de poder voltar atrás e não viver nada disso.
    Trazemos conosco, ao reencarnarmos, a bagagem de todas as nossas experiências anteriores. As dificuldades que enfrentamos foram causadas por nós mesmos, no passado, possivelmente por não valorizarmos ou por termos abusado dessas mesmas experiências. Estamos todos submetidos à Lei de causa e efeito. Temos que aprender com o que a Vida nos oferece e apresenta como lição. Essa é a razão das diferentes características da vida de cada um.

  43. Chica disse:

    Hola,
    Conheço o espiritismo, já li muito, fiz cursos, pesquiso, é no mínimo um assunto muito interessante. Queria colocar aqui algo sobre o tema amor, amor antes e depois da morte. Os problemas amorosos que as pessoas relatam, e sofrem, alguns até tiram a própria vida, por amor. Impossível viver sem amor? Experiências boas e más, todos relatam, todos têm. Mas imaginem alguém como eu, que nunca teve nenhuma experiência amorosa, nunca vivi uma história de amor, nunca ninguém me disse ‘te amo’. NUNCA. Não tenho o direito ao amor? As pessoas se reclamam de suas experiências más no amor. As invejo, queria eu ter alguma experiência, mesmo má. Porque mesmo as más experiências, imagino eu, houve momentos de carinho, afeição, eu nunca tive isso. Nasci condenada? Não tenho direito a ser amada? Mas o mais cruel é que eu tenho a grande capacidade de amar, de amar tanto. Não tenho direito ao amor?
    Minha idade? 47 anos.

  44. Morel Felipe Wilkon disse:

    Caminhamos juntos, Chris. Obrigado pelo carinho.

  45. Chris disse:

    Olá, Morel.
    Li várias de suas postagens e me trouxeram muitos benefícios. Tanto relacionados ao conhecimento que me foi agregado, ao aprendizado que adquiri pela leitura de seus textos (afinal, há um vasto campo de saber que ainda desconhecemos neste universo incrível), quanto em relação ao alívio que sinto ao encontrar pessoas que trabalhem pelo bem, que sejam bem intencionadas e que continuem lutando nos belos caminhos do autoconhecimento e da evolução constante.
    Somos todos imperfeitos, mas nossa determinação e perseverança nos tornará cada dia melhores. Vamos aprendendo, vamos crescendo e Deus sempre dará forças àqueles que batalham pela Verdade, que batalham pelo bem dos irmãos.
    Muito obrigada pela sua contribuição. Não apenas na minha vida, mas nas vidas de tantos outros que o buscaram, buscam e buscarão para quaisquer temáticas, dúvidas ou problemas.
    Muito obrigada mesmo.
    Paz!

  46. Ana Beatriz disse:

    Sem dúvidas eu precisava ouvir exatamente isso! Muito obrigada pelas palavras! Assim consegui acordar de verdade pra vida!

  47. Anônimo disse:

    Amei o texto e concordo plenamente. As pessoas arrumam mil desculpas para “justificações” e depois sequer têm a hombridade de arcar com as consequências.
    Texto claro e muito bem escrito!!!!

  48. Deise disse:

    Assim que li o texto achei que suas colocações, apesar de corretas, tinham sido um pouco duras demais, mas em dos comentários quando li a seguinte expressão “um belo puxão de orelhas”, achei válido, tá aí, às vezes pode ser bem educativo e necessário.

  49. Morel Felipe Wilkon disse:

    Jamille, com todo o respeito que merecem as religiões de origem africana, que eu já frequentei, assim como a Umbanda, há alguns pontos com os quais não posso concordar.
    Um deles é a questão do “destino”. Não existe destino, Jamille. Somos nós que fazemos o nosso destino, através de nossas escolhas. Se houvesse destino traçado, para quê serviria o nosso livre-arbítrio? Seríamos seres sem escolha própria, condenados a seguir “o caminho que nos foi traçado”.
    O outro ponto é que os bons guias não se prestam à função depreciativa de oráculos ou informantes. Saber sobre nós mesmos, sobre o nosso passado, presente e futuro compete a nós mesmos. Nenhum espírito responsável se presta a dizer “qual é o nosso destino”.
    Quanto a “estar enfeitiçado”, é verdade que existem processos obsessivos que envolvem o que chamam de “feitiço”. Mas o feitiço, ou a obsessão, de um modo geral, só atinge quem estiver aberto a essas influências. Feitiço nenhum nos obriga a fazer o que não queremos fazer. O máximo que o feitiço ou a obsessão pode fazer é estimular um defeito que temos. Não aconselho a você se envolver com “trabalhos contra feitiço”. Você está se envolvendo, provavelmente, com espíritos ainda muito materializados, que exigem pagamento em troca de seus “serviços”. Espíritos são pessoas sem o corpo físico, ou seja, são exatamente como nós. Você pagaria alguém que não conhece pra fazer algo contra alguém?
    Pense bem.

  50. Jamille disse:

    Outro detalhe é que o jogo disse que ele está enfeitiçado! E eu acredito nisso também! Já estou trabalhando contra o feitiço que ela nos jogou.

  51. Jamille disse:

    Bom dia Felipe.
    Me chamo jamyle e tenho um namorado que é do candomblé e por isso há um ano atrás ele disse que sempre que jogava os búzios ele me via no caminho dele e quando nos conhecemos ele teve essa confirmção. Nosso destino é estarmos juntos, o jogo já nos disse isso milhares de vezes: nós estamos ligados, entrelaçados um ao outro (almas gêmeas). Claro que isso não significa que teremos que ser fiéis ou que por isso nosso amor será mar de rosas. Eu acredito de olhos fechados nisso, o pai João de Angola disse que nosso destino também é estarmos juntos. Estamos passando por um momento difícil porque ele me traiu, me pediu perdão e um tempo para pensar a respeito, porque segundo ele, ele quer a outra também! Mas eu não tenho o tempo todo pra ficar esperando, apesar de eu amar ele demais. A questão é: Apesar de toda essa confusão, NOSSO DESTINO é mesmo estarmos juntos apesar do livre arbítrio? Eu posso escolher não ficar com ele ou simplesmente aceitar isto até que ele se decida e volte pra mim como ele me disse? Ou se eu não quiser em algum momento de nossas vidas nós nos reencontraremos de novo e ficaremos juntos?
    Porque, sinceramente, eu não quero esperar a separação para voltarmos a nos encontrar, porque eu já esperei muito tempo por ele, e ele é o amor de minha vida assim como me foi dito pelo jogo de búzios, pelo próprio pai de santo de meu namorado, pelo meu namorado e pelo Pai João de Angola ( preto velho!) por favor me responda o mais breve posssível!

  52. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado, Renata.

  53. Renata disse:

    Oi Morel!!! Estava procurando por um assunto (comer ou não carne vermelha) e encontrei vários assuntos de meu interesse no seu site. Gostei muito. Vou deixá-lo em meus favoritos como fonte de estudo. Parabéns, seus textos são ótimos!

  54. Morel Felipe Wilkon disse:

    Raquel, é claro que todos nós, em algum momento, precisamos ouvir uma opinião diferente. Não somos assim tão superiores, tão donos da verdade. O que não pode acontecer é ficar só nisso, só no desabafo, sem “resposta interna” da pessoa que vive o problema.
    Obrigado por colaborar com o seu posicionamento. Muito bem colocado.

  55. Raquel disse:

    Ah Felipe. Mas nos momentos de tristeza e desespero é uma sensação tão urgente de falar, contar o que nos aflige. Uma necessidade tão grande de ser consolada, compreendida. Claro que todos temos que tomar atitudes sempre. Nunca se acomodar no papel de vítima, mas por vezes vem essa vontade de se abrir para o mundo. Eu mesma já conversei com você por e-mail em um momento delicado e confesso que sinto muitas vezes vontade de conversar mais, mas entendo seu ponto de vista explicado em mais de uma postagem, que não bastam algumas palavras escritas por e-mail. Às vezes só queremos um conselho de alguém que consideramos mais experiente no sentido espiritual. Entendo sua posição e entendo também a posição dos que te enviam e-mails em busca de respostas. Poucos conseguem ouvir a verdade que está dentro de nós mesmos, precisam de alguém de fora. Para aqueles que ainda estão nessa fase, esse site possui um canal aberto próprio pra isso. http://www.cvdee.org.br/akindex.asp
    É muito bonito o trabalho dele. E continuar estudando e trabalhando para tranquilizar os corações mais aflitos.
    Abraços!

  56. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado, Elaine.

  57. Elaine Souza disse:

    Parabéns por este artigo e muitos outros que tive o prazer, a alegria de ler e a humildade em absorver seus ensinamentos tão especiais. Obrigada pela forma clara, simples, generosa e amorosa que você divide seu aprendizado conosco. Que o Mestre Jesus continue iluminando sua jornada. Tenha uma semana cheia de paz, harmonia, luz e amor.

  58. Vanessa disse:

    Por isso gosto tanto do espiritismo e de seus posts, aprendo muito sobre independência emocional e reforma íntima. Chega de sentimentalismo nas questões pessoais! Amei! Luz & Paz! Bjs.

  59. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado, Iara. Que bom que você está bem. É assim mesmo, aprendemos nos altos e baixos. O importante é estar sempre disposto a tirar lições de tudo o que a Vida nos oferece.
    Fique com Deus.

  60. Iara disse:

    Oiiiii Morel!!!!!!

    Excelente artigo! Como sempre… parabéns!!
    Vou compartilhar hoje à noite no meu face, já que aqui na empresa está bloqueado…rs
    Andei sumida, minha mãe estava doente, me deixei abalar por inúmeras coisas que acorreram juntamente, mas… depois da tempestade vem a bonança! Foi um aprendizado e tanto..
    Tô zero bala!!!
    E coloquei teu site nos meus favoritos, aproveitar né, já que este não está bloqueado!rs
    Bom final de semana, muita luz e amor na tua vida e da tua família. =)

  61. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado pelo carinho, Giselia.

  62. Giselia disse:

    Gosto muito dos artigos que você publica, embora eu não comente todos, não deixo de ler nenhum deles. Acredite, suas palavras me fazem refletir, e a vontade de mudar é imediata. Obrigada, meu querido amigo, mesmo que você não saiba, tem me ajudado muito a refletir e já mudei muito e minha vida tem tomado um caminho diferente, cada vez melhor. Que Deus continue lhe proporcionando sabedoria nas palavras e que você continue a ajudar milhares de pessoas com suas publicações. Um forte abraço! Que Deus te abençoe sempre.

  63. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado pela participação, Poliana.

  64. POLIANA BARBOSA RODRIGUES disse:

    A sua sabedoria é impressionante. Com o tempo a gente aprende que o amor é mais você querer estar com a pessoa, querer participar da vida dela, querer fazer parte da vida dela, porque é uma escolha, por mais que se acredite em contratos antes da reecarnação, aqui tem o livre arbítrio e ninguém é perfeito, você tem que estar ciente disso pra assumir um compromisso e tem que estar disposto a perdoar a outra pessoa por muitas falhas, ninguém vem pronto com a sua felicidade na mão, somos seres errantes, senão não estaríamos aqui. O amor é uma coisa simples que todo mundo complica, e simplesmente você querer estar com a pessoa apesar de ela não ser perfeita, é um sentimento sublime porém simples. Devemos escolher amá-la não por sua beleza ou qualidades ou por qualquer outro motivo e sim porque é uma escolha nossa, a gente siplesmente sente, não dá pra medir quem ama mais do que o outro. Na relação quanto mais se doa o amor mais ele se multiplica. Consegui entender isto depois que me tornei mãe, não dá pra culpar um outro ser pelas nossas frustrações, somos seres únicos, podemos caminhar juntos mas cada um tem seu resgate, somos companheiros não depedentes.

  65. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado, Carolina.

  66. Carolina disse:

    Muito claro e simples esse texto, como todos os outros! Muito conteúdo em poucas frases! Parabéns!

  67. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado, Rodrigo.

  68. Rodrigo Pnt disse:

    Baita aprendizado, Morel, e muito bem lembrado, “a nossa consciência é o nosso juiz”. Enquanto agirmos contra ela nos daremos muito mal, hoje com o liberalismo extremo que se vive muitas pessoas não entendem que aquilo que aparentemente aprovam em sua índole é o que mais sua consciência combate, por isso tantos deprimidos, acham que o moralismo é coisa de fanáticos religiosos e pessoas retrógradas, mas não entendem que as leis cósmicas foram vestidas da moral evangélica do Cristo de maneira que quando as desrespeitamos tropeçamos nessa lei e quebramos a ordem que existe no universo trazendo malefícios para nós mesmos, a paz.

  69. Morel Felipe Wilkon disse:

    Quem mais aprende com esta oportunidade sou eu, Mayra. É bom estarmos juntos.

  70. Mayra disse:

    Oloco, Morel. Esse texto foi uma voadora na cara de muita gente (com o perdão do termo pouco elegante rsrsrs). Adorei. Minha vontade é sair mandando esse link para várias pessoas que adoram “alugar” os amigos com histórias de suas aventuras e desventuras amorosas, suas ilusões de que o mundo conspira contra elas, bobeiragem de almas gêmeas e pedindo opiniões que não querem e conselhos que nunca estão dispostos a seguir – afinal, não querem nada que não sirva suas pequenas vontades, mimos e vaidades.
    Não que eu seja um belíssimo exemplo de coisa alguma, claro que não. Muitos dos “tapas na cara” de reflexão que esse texto proporcionou vieram direto e reto para mim e alguns padrões mentais e de comportamento que eu estou trabalhando para mudar. rs
    Mais uma vez parabéns pelo trabalho incrível que você faz nesse blog e obrigada pela oportunidade de caminharmos juntos nessa jornada.

  71. Morel Felipe Wilkon disse:

    Que Deus ilumine a nós todos, Mariana.

  72. Mariana disse:

    Bom dia. Uffaaaa. rsrs que texto… já o encaminhei pra muita gente hoje. Que nossos ouvidos estejam atentos para absorver o conhecimento e aplicá-lo em nossa vida diária. Abraços, Morel. Que Deus te ilumine.

  73. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado por contribuir com a sua opinião, Josiane. Essa crise de valores está estampada nos meios de comunicação, principalmente na televisão. A defesa da moral parece retrógrada, fora de tempo.

  74. Josiane disse:

    Olá Morel, acompanho diariamente os posts e comentários e fico apavorada de ver como as pessoas acham normal trair, enganar, envolver os filhos em relações carnais que só trazem prazer a si próprios, sem pensar nas pessoas envolvidas, no sofrimento que estão causando para os outros e até para si mesmas. O seu texto é maravilhoso, as pessoas deveriam refletir suas palavras e deixarem de ser egoístas. Falei!

  75. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado pela atenção, Ina.

  76. ina de jesus cardoso bastos disse:

    Parabéns pelo comentário, aos 70 anos já se viu muita coisa e se viveu muita coisa, você disse tudo, e eu adorei a forma sincera e aberta como colocou sua opinião. Não creio ser fácil responder a todos, até porque muitas visões são bem simplistas, para não encarar sua própria realidade íntima, e o autoconhecimento doi P’burro, então vamos levando ideias erradas sobre os nossos relacionamentos e os nossos amores, enfim sobre a nossa vida, um abraço e uma ótima semana.

  77. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado, Ana Carolina.

  78. Ana Carolina disse:

    Impressionante como a verdade dói, por vezes estamos tão acostumados a nos fazermos de vítima, que esquecemos que somos responsáveis exatamente pelo aquilo que cativamos. É um belo texto, um belo puxão de orelha, a vida está passando enquanto estamos nos lamentando, chorando, revoltados, arquitetando planos pra trazer de volta a suposta felicidade.
    Parabéns pelo texto, não foi exatamente o que vim buscar, mas foi exatamente o que eu precisa ouvir.

  79. Morel Felipe Wilkon disse:

    Um abraço, Marcus.

  80. marcus quadros disse:

    Bháááá de novo… uma baita reflexão… abraço!

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