O espiritismo e a saudade | Espírito Imortal

O espiritismo e a saudade

Saudade

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O espiritismo é uma doutrina consoladora, por nos demonstrar a continuidade da vida após a separação terrena. Mas devemos reconhecer que o fato de sabermos que a vida continua não ameniza a saudade, pois é difícil superar o silêncio. Esse silêncio que dói e que não é preenchido por nada.

Talvez se tivéssemos em mente, se nos lembrássemos com frequência, que todos aqueles que amamos um dia vão partir da matéria, muitos deles antes de nós, talvez então os valorizássemos mais, talvez então notássemos mais as suas virtudes e menos os seus defeitos.

Mas isso também vale para quem, por algum motivo, esteja afastado dos seus. É claro que então a saudade ainda dói, mas ao mesmo tempo alenta, porque o reencontro não depende de que todas as pessoas estejam novamente no mesmo plano… Sem contar que hoje temos o auxílio inestimável da tecnologia. Não é a mesma coisa? Claro que não, mas pouco tempo atrás não existia, não havia esse consolo. Algum tempo atrás, quem imaginaria ver suas pessoas queridas pelo webcam, estando em praticamente qualquer lugar do mundo?

Uma coisa a ser evitada nos momentos de saudade é justamente pensar nela. Antes de deprimir-se, é melhor se manter ocupado com coisas úteis. Não há um monte de coisas que deixamos pra fazer quando tivermos tempo? Pois que se aproveite o espaço vazio deixado pela saudade para ocupar-se com essas coisas.

A palavra saudade só existe na língua portuguesa, e sua etimologia é a mesma da palavra solidão. E são realmente sentimentos que se confundem. Pois a solidão também pode ser aproveitada para coisas que em outras ocasiões e circunstâncias não seriam possíveis. É na solidão que entramos em contato com nós mesmos, com nosso universo interior. Na solidão podemos encontrar respostas seguras para as incertezas que alimentamos, e esse contato com nosso íntimo é que nos dá coragem para enfrentar as dificuldades da passagem pela Terra.

Quando estiver de braços com a saudade, não permita que ela se transforme numa prisão emocional, impedindo que você saiba aproveitar os dias que de repente ficaram mais compridos, impedindo que você domine o seu pensamento, que você domine as lágrimas, que você domine o desânimo que bate à porta ameaçadoramente.

Não! Todos os períodos da vida são importantes, nenhum se repete, com toda a certeza um dia a oportunidade de aprendizado e vivência desse momento da sua vida lhe será cobrado, e é bom que você tenha aproveitado. Seja útil, seja útil aos outros, aos que ficaram, seja útil a você!

E quando puder estar novamente ao lado das pessoas que ama, aproveite ao máximo, viva cada detalhe, cada momento; sabe-se lá quando terá outro abraço como esse? É triste? Talvez. Seria pior se não houvesse o reencontro nesta vida; pior ainda se não houvesse amanhã. Mas a vida é um dia depois do outro, cada um deve ser aproveitado ao máximo, com saudade ou sem saudade. Quanta oportunidade um dia nos oferece! Que o vazio da ausência seja preenchido com bons pensamentos e atividades construtivas.

E que se aproveite essa oportunidade de aprendizado para, no decorrer dessa vida e pela eternidade, darmos o devido valor às coisas simples, que não exigem nada de extravagante para serem feitas, basta a presença daqueles que amamos.

28 comentários para O espiritismo e a saudade

  1. Morel Felipe Wilkon disse:

    Um abraço, Ana.

  2. Ana disse:

    Saudações! Morel, o sua resposta ao comentário de Mary Hellen fez me pensar no momento em que a minha avó materna desencarnou. Duas semanas antes eu tive um pressentimento sobre a sua morte mas ignorei e no dia do seu desencarne ela convidou me a mim e a minha mãe para almoçarmos juntas. No fim do almoço, eu já ia voltar ao trabalho quando tive o impulso de voltar atrás, abraçar a minha avó, beijá la e enquanto ia embora ia lhe dizendo adeus ( uma palavra que eu nunca utilizei com ela) . A minha mãe ficou o dia inteiro junto dela e apenas se ausentou durante uma hora para ir a casa, mesmo assim pediu a minha avó que fosse com ela e esta recusou. E foi precisamente nesses sessenta minutos que ocorreram o seu desencarne. Por isso, a minha mãe não se perdoou e hoje tenta conviver com esse facto. Por ter deixado a minha avó sozinha. Parecia destinado a que acontecesse desta forma. Como o Morel explicou conforme escrito, não pudemos fugir ao instante da morte. Essa é ” implacável” no cumprimento da sua função. Mas o mais estranho, a minha avó, uma mãe para mim, não desapareceu. Continua cá no meu coração, falávamos em sonhos, esteve presente no nascimento dos meus filhos e de vez em quando vem visitar os bisnetos. Sua presença abunda amor e segurança embora não a consiga ver fisicamente sinto a sua presença. Bem haja!

  3. Morel Felipe Wilkon disse:

    Daniela, somos todos filhos de Deus, então somos todos irmãos. Nossa família é muito maior do que pensamos… Reencarnamos juntos enquanto temos algo a reajustar uns com os outros ou quando tempos alguma tarefa a cumprir que requeira essa união. Mas não voltaremos sempre com os mesmos laços de parentesco. Temos que desenvolver o amor, e isso exige que nos relacionemos com espíritos com características diversas. Embora não lembremos agora, temos outros laços afetivos na espiritualidade, espíritos que estão encarnados ou desencrnados, com quem temos tanta ou mais afionidade do que com os nossos familiares atuais. Nosso amor ainda é incipiente. O amor verdadeiro não é egoístico, não exige a presença. Um dia chegaremos lá.

  4. Daniela disse:

    Olá Morel, parabenizo-o por realizar um trabalho tão bonito. Lendo seu artigo sobre a saudade, deixou ainda mais afloradas em mim algumas dúvidas que tenho a cerca desse assunto. Sabemos que vamos reencontrar nossos entes queridos quando retornarmos à Pátria Espiritual, mesmo que demore um certo tempo, minha dúvida é: Estaremos conscientes? Teremos consciência de que nos encontramos? Poderemos viver juntos novamente? Poderemos ser pais e filhos em uma próxima encarnação? Como são os laços de afeto entre pais e filhos? Se puder me responder, ficarei imensamente grata e feliz

  5. Morel Felipe Wilkon disse:

    Mary, a questão 853 do Livro dos Espíritos nos explica que a única coisa na vida a que não podemos fugir é o instante da morte; frequentemente sabemos, em espírito, o tipo de morte que teremos e quando ela acontecerá.
    Não vejo por que você deva sentir-se culpada. Algumas pessoas têm mais sensibilidade que outras, isso é um sintoma de mediunidade; muitas pessoas têm pressentimentos, mas não há como ter certeza sobre eles. Como evitar ou fugir de coisas que apenas pressentimos, sem saber ao certo do que se trata? O estudo da mediunidade pode ajudar nisso, mas no que concerne à morte, se a hora é chegada, qualquer providência seria inútil…
    Ore por ele, mantenha o pensamento elevado, seja grata a Deus pelo tempo que você conviveu com ele.
    Sugiro que leia O Livro dos Espíritos, o esclarecimento conforta. Você pode lê-lo aqui: http://www.espiritoimortal.com.br/espirito_imortal/o-livro-dos-espiritos.pdf
    Fique com Deus.

  6. Mary Hellen disse:

    Olá Morel, tenho procurado resposta para minha vida, faz um mês que meu namorado sofreu um acidente e faleceu. Muitas coisas aconteceram me dando sinais que isso poderia acontecer. Hoje lembrando parece que fui eu a culpada do acidente. À noite anterior do acidente cheguei a perguntar para meus filhos se sentiriam saudades dele, porque nunca mais eles iriam vê-lo, e falei para ele que se fosse pra ele me fazer feliz que nosso amor se fortalecesse e se fosse pra ele me fazer sofrer mais tarde, que fosse breve o que tivesse que ir. E foi breve. Isso foi só uma parte dos acontecimentos que antecederam ao acidente. Me sinto muito culpada. Mas gostaria de saber se nós temos um tempo certo aqui na Terra… se temos nossa hora de deixar nossa vida aqui na terra, será que era hora dele nos deixar?

  7. Morel Felipe Wilkon disse:

    Cris, os desencarnados podem ter, sim, mais acesso a nós do que nós a eles. Mas não são todos os espíritos que nos percebem. Para que um espírito nos “observe” ou ele deve ser moralmente superior e ter acesso a todos os que estiverem no mesmo nível que ele ou num nível inferior; ou este espírito deve ter conhecimentos técnicos avançados; ou, no caso da maioria dos espíritos eles só percebem o que estiver na sua faixa vibratória. Atraímos e somos atraídos pelo nosso padrão de pensamentos. Não podemos imaginar que estamos sendo observados o tempo inteiro; isso não corresponde à verdade. Pode acontecer isso em alguns casos de obsessão, mas normalmente somos observados apenas em determinados momentos, quando estamos ocupados com práticas que atraiam os espíritos que se afinizem com estas mesmas práticas. É o caso, por exemplo, do uso de drogas ou álcool, em que atraímos espíritos que compartilham destes vícios; ou na hora de uma prática religiosa, como o Evangelho no lar, quando alguns espíritos comparecem às reuniões familiares para se instruírem ou para serem úteis a que precise.
    Para imaginar a sintonia e o respectivo acesso dos espíritos entre si podemos pensar no celular. Ao ligarmos para determinado número, só conseguiremos contatar com aquele único aparelho. Não teremos acesso a outros aparelhos discando apenas um número. Os espíritos também só têm acesso às ondas de pensamento que sintonizem com as suas.

  8. Cris disse:

    Olá, gostaria de saber o seguinte, vivemos num mundo paralelo ao espiritual, já sabido que estamos cercados de espíritos que ficam por aqui, não seria injustiça para com os encarnados estarem sendo vigiados o tempo todo por desencarnados? Me parece que os desencarnados têm esse privilégio e os encarnados perdem sua privacidade dada pelo criador.

  9. Morel Felipe Wilkon disse:

    Natacha, trato deste tema, nos seguintes artigos. Ao final do primeiro artigo, há dois links para sites que tratam da projeciologia, que deve lhe interessar. Bom estudo!
    http://www.espiritoimortal.com.br/espiritismo-e-sonho-lucido/
    http://www.espiritoimortal.com.br/o-que-sao-os-sonhos/

  10. Natacha disse:

    Olá Morel,
    Andei lendo alguns de seus textos e fiquei muito intrigada no que se refere aos sonhos… Eu sonho muito, tanto acordada quanto dormindo rs. Minha mente cria histórias, o tempo todo, e dificilmente eu consigo controlar isso. Uns dizem que é a forma que tenho de fugir do “mundo”, outros buscam respostas na minha infância eterna. De qualquer forma, às vezes, em sonho, eu vejo pessoas que conheço, mas que há muito não via. Descobri com o tempo que elas veem se despedir de mim, pois no dia seguinte ao sonho, eu descubro que elas morreram. Algumas, como foi o caso de um colega da época do colégio – sonho que tive há pouco menos de 1 semana -, se encontrava perdido, foi então que em sonho eu o chamei e comecei a conversar com ele, no decorrer da conversa ele se transformou em uma menina, toda vestida de branco, sorriu pra mim e continuou seu caminho… Esse meu colega, eu nunca falei com ele, mas eu sempre o observei, não sei bem por que, mas tem pessoas pelas quais eu me sinto ligada e, quando durmo eu consigo senti-las. Outro caso, costumo sonhar com situações que vão acontecer como a morte do meu cachorro, ou o encontro de alguém que ainda vou conhecer nessa vida… Em todos os sonhos, me vejo ainda criança, pois como disse, eu não consigo crescer, tanto que as crianças se identificam muito comigo e eu com elas. Tenho uma grande consciência de tudo, como disse uma psicóloga uma vez, sou extremamente sensível às pessoas e aos seus corações. Quero saber mais sobre isso! Uma vez me disseram que eu poderia ser como aquelas crianças cristais, mas não sei… De toda forma, o que souber a respeito eu gostaria de saber.
    Obrigada.
    Grande abraço.

  11. Muito bom o seu trabalho, estou sempre à procura de bons sites de divulgação da Doutrina Espírita.

  12. As explicações são lindas. Mas o bom é o amor que nos faz permanecer unidos por toda a eternidade. Beijos a todos.

  13. Morel Felipe Wilkon disse:

    Solange, sei que é força de expressão, mas nós não PERDEMOS ninguém. Não perdemos porque ninguém é nosso, ninguém nos pertence; e não perdemos porque o que ocorre é apenas uma mudança de plano, uma mudança de estado. Se você sabe que a vida continua, deve se esforçar para respeitar este período de transição. A tristeza não ajuda em nada. Procure lembrar da sua mãe com gratidão e alegria. Na verdade, não há motivo para tristeza. Sei que é difícil no começo, mas a vida continua, não só para nós como para quem parte. E para quem parte há ainda mais vida, porque há redescobertas a serem feitas, há um período de readaptação em que o nosso pensamento, as nossas lembranças e as nossas orações são importantes. Sempre há reencontros; nada fica sem resposta. Só que as coisas não funcionam no tempo que gostaríamos.
    Não acho aconselhável tentar comunicação. O processo mediúnico é mais sensível do que parece. Poucas vezes o espírito que desencarnou há pouco tem permissão para se comunicar. Assim como um médium precisa de anos de estudo e desenvolvimento para RECEBER mensagens, é preciso muito estudo e tentativas pacientes para conseguir MANDAR mensagens. Quando se invoca um espírito e ele não consegue se comunicar – e isso ocorre com frequência – ele fica muito angustiado.
    Quem desencarna passa para um outro plano, e lá tem regras como aqui. É preciso respeitá-las.
    É bonito uma relação próxima e amorosa como a que une vocês. Mas reencarnamos para nos bastarmos a nós mesmos. Seja forte; é o momento de você se bastar por si só. Busque força em Deus, Ele á Pai de todos nós. A saudade existe e é compreensível. Mas focar-se no seu próprio sofrimento não deixa de ser egoísmo…
    Mentalize coisas boas, fortaleça seu contato com Deus e a espiritualidade superior através da oração. Procure um centro espírita, peça atendimento, reequilibre as suas energias.
    Fique com Deus.

  14. Solange disse:

    Morel, perdi minha mãe faz 33 dias eu sou muito apegada a ela. Acredito plenamente na outra vida. E não é da boca pra fora, tenho provas suficientes desde pequena, os ensinamentos vivos de minha avó sempre me ajudaram. Mas agora estou sem chão, é minha mãe, meu tudo, minha melhor amiga, minha confidente. Não sei quando devo ir atrás de uma psicografia, não vou ter sossego, me envie algumas palavras que possam acalmar meu estado emocional. Não posso omitir, estou fazendo tratamento de um câncer de mama. Me ajude.

  15. Anônimo disse:

    AMEI….

  16. Morel Felipe Wilkon disse:

    Eli, ele certamente foi visitá-los. Agradeça a Deus todos os dias por ele estar bem. Fique com Deus.

  17. Tenho fé que esta seja a verdade e que um dia tudo será esclarecido. Hoje sonhei com meu filho desencarnado, estava sentado em uma cadeira ao lado da minha cama, olhando para meu marido e para mim, lindo com sempre, calmo, sereno. Muita luz pra você.

  18. ELISABETE FERREIRA disse:

    Gisele: Bonitas as palavras do Morel Felipe Wilkon. É uma pessoa muito espiritualizada. Eu também perdi um anjinho. Meu filho tinha 3 anos e quatro meses e partiu em janeiro de 1981. Morávamos num apartamento térreo, que tinha um pátio. De noite, ele via uma luz, mas só ele enxergava aquela luz. Quase perdi meu outro filho, então com 8 meses, da mesma doença.
    Perdi meu pai, que eu tanto amava, em 1992 e em 1994
    um irmão de quem eu gostava muito. Sei que um dia vou reencontrá-los.

  19. Morel Felipe Wilkon disse:

    Não é fácil falar de situações que não experimentamos. Mas eu me atrevo a dizer que você pode agradecer a Deus por ter tido o privilégio de ser mãe de um espírito que veio cumprir um rápido compromisso na matéria. A tristeza, num primeiro momento, é inevitável. Mas chega o tempo em que ela é opcional, por mais duro que isso possa parecer. É muito mais benéfico pra todos que a lembrança que fique seja uma imagem doce, feliz, uma imagem de promessa, de certeza de um porvir risonho. Um reencontro na certeza da alegria é muito mais reconfortante do que a mágoa da separação. Sei que você entende isso.
    Fique com Deus, Gisele!

  20. Gisele Almeida disse:

    Sinto muitas saudades do meu filho, meu pequeno anjinho. Já faz um ano e um mês que partiu para um novo lar, o verdadeiro.

  21. Ana disse:

    A saudade é inevitável… Penso que devo deixar de ser egoísta e entender que cada um tem seu tempo na Terra.

  22. Morel Felipe Wilkon disse:

    Obrigado pelo depoimento. É claro que a certeza do reencontro não impede o sofrimento da ausência. Mas impede a revolta e incute esperança…

  23. Anônimo disse:

    O fato de que um dia todos iremos partir é uma das poucas e, há quem diga, a única certeza que temos enquanto estamos na vida terrena. E os ensinamentos da doutrina espírita de uma certa forma preparam nossos corações para aceitar de maneira menos dolorosa a perda das pessoas que amamos.
    Hoje, apesar do pouco conhecimento, tenho uma compreenssão melhor sobre a morte física, mas mesmo assim sei que quando perder minha mãe (a pessoa que mais amo e não sei viver sem) sofrerei muito. Por isso tento aproveitar o convívio com ela ao máximo, não chego ou saio de perto dela sem fazer um gesto de carinho e não perco nenhuma oportunidade de abraçá-la, beijá-la e dizer o quanto a amo. Pois compreendi que temos que demonstrar o amor que sentimos enquanto as pessoas estão por perto, pois não saberemos o dia exato em que não poderemos mais fazer isso.

  24. Raquel disse:

    O fato de estarmos na carne é o que aumenta mais a saudade. A certeza do reencontro não diminui a vontade de sentir de novo o abraço apertado de quem amamos e que partiu antes de nós, ou de quem mesmo aqui no mesmo plano não podemos manter contato pelos mais diversos motivos. A saudade dói um bocado, mas só se tem saudade do que foi bom, então, no fim, vale a pena…

  25. Morel Felipe Wilkon disse:

    Eu que agradeço o seu retorno, Louise.

  26. Louise disse:

    Obrigada por esta mensagem! Finalmente encontrei um texto que traz força nos momentos difíceis!!!

  27. Morel Felipe Wilkon disse:

    Tem razão quanto à obra de André Luiz. A partir dela o entendimento é mais fácil. Mas concordo também que essa plena segurança não existe, só saberemos no momento… E por fim a consciência; é sempre ela que devemos consultar, realmente. Obrigado, César. Comentário enriquecedor.

  28. César Mendes Chaves disse:

    Com certeza, a doutrina espírita nos alenta inconfundivelmente, quando é chegado o momento de nos separarmos fisicamente daqueles a quem amamos incondicionalmente, através das portas do plano espiritual. De posse da literatura espírita, e dou ênfase aqui à gigantesca obra do nosso estimado companheiro André Luiz, temos então, uma visão mais ampla e detalhada do que vem a ser o mundo que para a maioria da população, ainda é invisível. Agora, o que mais nos amedronta é não termos plena segurança do que nos espera no ato do cerramento dos olhos físicos e o descortinamento dos véus da nova esfera. Na dúvida, consultemos nossa consciência e ela nos falará da infalível lei – ação e reação. Um abraços a todos, César.

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