Sexualidade

Vida sexual e afetiva – visão espírita

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Artigo publicado originalmente em 10/10/2012

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Você está contente com a sua vida sexual e afetiva? Você sabe, mas talvez seja bom lembrar, que você tem exatamente o que merece. Você tem o que o seu padrão de pensamentos determina. Se você está sozinho contra a vontade, é preciso reconhecer que você não se acha merecedor de se envolver com ninguém. Se você está ou esteve recentemente envolvido com alguém, esse alguém foi atraído para você por seus pensamentos e emoções.

Você sempre atrai a pessoa que está de acordo com o seu padrão de pensamentos. Você atrai quem você acha que merece. Se você não tem atraído pessoas interessantes, é porque você não tem se achado interessante. Se você só atrai pessoas problemáticas, você está se achando problemático. E por aí vai…

Pela Lei de atração, você atrai para você o que você quer de verdade. Você atrai o que você imagina em sua cabeça como se já estivesse realizado, como se já existisse. Você atrai o que você sente com emoção que já existe, que já é. Com os relacionamentos amorosos ou os relacionamentos baseados em sexo acontece a mesma coisa. Nossa mente é invadida constantemente por milhares de pensamentos relativos a sexo. Esses pensamentos são nossos e de outros espíritos, encarnados e desencarnados. A maior parte desses pensamentos não chega ao nível da consciência.

Vida sexual e afetiva e a Lei de atração

Podemos achar que não pensamos em sexo, mas isso hoje é quase impossível. Os dois grandes investimentos dos seres trevosos da espiritualidade inferior para roubar nossa energia são o sexo e as drogas. A sociedade, abalizada por profissionais graduados, incentiva o liberalismo sexual como se fosse um grande avanço civilizatório, uma importante conquista social. Já dizia Paulo nos primórdios do cristianismo que “tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convém”.

Esses pensamentos ligados a sexo dão impulso a sentimentos como carência afetiva, necessidade de companhia, falta de amor ou simplesmente sensação de desejo. Esses pensamentos com forte carga emocional atraem outros pensamentos parecidos, e é assim que há o encontro entre possíveis parceiros. Quando essas pessoas passam a se unir sexualmente se estabelece entre elas uma troca de energias que as abastece psiquicamente. Se há o rompimento dessa relação sem que os dois estejam de pleno acordo, ocorre uma ruptura energética que prejudica o equilíbrio emotivo do parceiro abandonado. É esse desequilíbrio emotivo, causado pelo rompimento abrupto de uma troca de energias, que ocasiona a depressão típica de um caso amoroso que chegou ao fim.

Em casos mais graves, é esse desequilíbrio que leva aos crimes passionais, ao desespero e algumas vezes ao suicídio. Os resultados desse rompimento repercutem no parceiro que abandonou a relação, e ele terá sua parte na colheita das consequências do que venha a acontecer ao parceiro abandonado. A Lei de causa e efeito pode agir nesta mesma vida ou numa próxima reencarnação.

Seria tudo muito simples se os únicos cuidados a serem tomados por duas pessoas que se unem fossem relativos à prevenção de doenças sexualmente transmissíveis ou à gravidez indesejada. Não se costuma levar em conta as tristezas e mágoas que ficam, os traumas e as lágrimas pelo afeto perdido que algumas vezes destroem uma vida inteira. Você nunca conheceu ou ouviu falar de alguém que foi abandonado um dia e nunca mais teve ninguém, nunca mais se recuperou?

A maioria das uniões se dá em busca de prazer. E não sejamos hipócritas, todos gostamos de prazer. Mas o prazer passa rápido, e o sexo, por envolver tanta energia e emoções, gera muita responsabilidade. Por isso é tão importante a manutenção de parceiro sexual fixo. O sexo sem malícia, entre duas pessoas que se respeitam e se querem bem (nem vou falar de amor) mantém o equilíbrio energético-emocional. Paulo, de novo ele, aconselhava os primeiros cristãos a se absterem de sexo. Se conseguissem. Se não aguentassem ficar sem sexo, que se casassem. E não há como contestar essa recomendação. Há quem viva tranquilamente sem sexo. A energia sexual pode ser canalizada para processos criativos importantes. O que não é recomendável é ficar sem relações sexuais mas com o sexo na cabeça. Isso impede a concentração em qualquer atividade mais elevada, além de servir de alimento energético para vampiros sexuais.

Talvez você deva repensar sobre sua vida sexual e afetiva, ou sobre a ausência dela. Mas tenha em mente, sempre, que você atrai aquilo que você acha que merece. Valorizar a si mesmo é bom, é salutar, é necessário. Só se você valorizar a si mesmo terá condições de atrair alguém que o valorize. Isso vale para todos. Pense nisso.

P.s. Utilizei a expressão “Lei de atração” para me tornar facilmente compreendido. Na verdade a “atração” é uma decorrência da sintonia que há entre as mentes.

Antes de fazer perguntas, sugiro que assista o vídeo abaixo, que trata de tema semelhante, e que leia as perguntas dos leitores e minhas respostas a eles. A resposta à sua pergunta pode estar ali. Obrigado!

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45 Comentários

  1. É um péssimo vício mental, Gilberto. Isso deve ser superado com veemência! Há pessoas, até no próprio meio espírita, que se apegam a criticar o sexo anal ou o sexo oral, por exemplo – mas o que determina nossa vibração são nossos pensamentos e desejos íntimos, não necessariamente o sexo envolvendo outras partes do corpo.
    O desejo de sentir ou provocar dor é uma doença do espírito, adquirida em situações anômalas em existências desregradas. Recomendo que abandone o hábito de assistir vídeos pornográficos. Quanto mais você alimentar esses desejos, mais eles se tornam incontroláveis, até o ponto em que se torna impossível qualquer realização sexual saudável.
    Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=k_JUONwSWGY

  2. Oi, Morel. Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente texto, e por outros também que já li de sua autoria.
    Sobre o tema deste texto, e adaptando a um outro “obsessão sexual”, gostaria de saber sobre fantasias masoquistas.
    Tenho pensamentos e desejos relativamente fortes e pesados os quais nunca realizei. Costumo me masturbar assistindo a vídeos de sadomasoquismo e sentindo prazer com o sofrimento e humilhação. Isso é normal ou sadio, ou existe algum distúrbio? Gostaria de saber também como isso pode ser influenciado na Lei da Atração.
    O fato de se imaginar (mesmo que nunca realizei pessoalmente) humilhado ou desprezado pode contribuir para o tipo de pessoas e relacionamentos que atraímos?
    Agradeço pela oportunidade.

  3. Luana, não há nada a ser desculpado. Sugiro que releia o texto com mais atenção. No final do terceiro parágrafo chamo a atenção para o fato de que “a maior parte desses pensamentos não chega ao nível da consciência”.
    Não temos apenas este nível de consciência superficial. É evidente que você não pensa nessas coisas citadas no sentido de fazer planos. Ninguém faz isso. Mas, se você costuma atrair pessoas assim, certamente há algo em você, que você não percebe, que atrai essas pessoas. Negar isso seria atribuir tudo ao acaso. Em outro comentário, você demonstra conhecer as obras de Allan Kardec. Assim, você sabe que não somos apenas essa pessoa atual, essa personalidade, esse corpo – somos espíritos imortais, temos inúmeras existências em nossa bagagem. Você pode ter reencarnado com bons propósitos, pode recebido bons ensinamentos morais que “filtram” seus pensamentos conscientes e suas emoções. Mas isso é apenas a superfície.
    Entenda que não estou julgando você; não se trata disso. Mas quando você diz que é uma pessoa de caráter, que tem personalidade e que não é de qualquer um, você está defendendo características superficiais, está defendendo o que você acha de si mesma. Não conheço ninguém relativamente elevado que faça essa defesa de si mesmo. Se perguntarmos a qualquer pessoa que se destaque um pouco por suas boas qualidades o que ela acha de si mesma, veremos que ela não pensa isso de si mesma. Eu, que não sou elevado, reconheço em mim incontáveis fraquezas. Jamais defenderia um suposto “caráter”. Mas eu sou apenas eu. Se perguntássemos a grandes espíritas, como Chico Xavier e Divaldo Franco, eles talvez ficassem vermelhos de vergonha, pois qualquer pessoa que conhece um pouco mais sobre si mesmo sabe que há muito mais dentro de nós mesmos do que a nossa aparência permite observar.
    Além disso, atraímos (na verdade, sintonizamos; a atração é decorrência da sintonia) o que forma um padrão de pensamentos, aquilo que é emitido por nossa mente. A mente não conhece “não”. Tanto faz se tememos ou se desejamos algo; tanto faz se gostamos ou detestamos alguém: desde que esse algo ou alguém ocupe nossa mente, está formada a sintonia. Você diz que nunca pensou com emoção nesse tipo de gente – mas todo o seu relato é baseado em emoção. Talvez você não diferencie as boas das más emoções.

  4. Olá, há uma discrepância aí no seu relato, me desculpe, eu sou uma pessoa de caráter e muito caráter, tenho personalidade e não sou de qualquer um. Não penso em sexo porque prezo o amor e não o simples prazer. Atraio pro meu lado gente sem caráter nenhum, nada a ver comigo, uma vez que você escreve que atraímos o que pensamos. Nunca pensei em conhecer uma “figura” completamente desnorteada e que me fez muito mal em vão de espíritos obsessores, me querendo a qualquer custo. Nunca fui assim e nunca pensei desse jeito. Então nós não atraímos o que pensamos somente. Nunca pensei com emoção nesse tipo de gente, nunca quis relacionamento com esse tipo de gente e mesmo assim atraí. A pessoa me enchia de presentes a toda hora, tudo por interesse, mesmo assim dizendo que me amava. Mentiu muito usando espiritismo (maléfico) sobre meu futuro. Então acho meio vago isso de “atraímos o que queremos”, “atraímos o que pensamos”, “atraímos a emoção que sentimos”… nunca na minha vida desejei conhecer uma pessoa assim, que foi por mero acaso num acidente onde eu estava indo ao aeroporto e ele bateu no táxi. Já começa aí, miando de bêbado que estava ele, voltando da balada às 5 da manhã. Quando que eu ia querer atrair isso pro meu lado? Tem 3 anos quase, sabendo que amo outra pessoa, que meu amor por essa pessoa não é simplesmente carnal, ainda continua tentando interferir por meios ocultos na minha vida. Recebo essas informações em sonhos. Me desculpe a sinceridade, mas a lei da atração não é tão simples assim como postado acima.

  5. Márcia, você está no caminho. Se você observa as pessoas que você já conheceu, ao longo desta existência, verá que a maior parte delas não tem esses questionamentos que você tem. Você está iniciando o processo de conscientização. Pra fortalecê-lo deve permanecer se questionando e aceitando-se – mas essa aceitação deve trazer consigo o propósito de mudar o que você percebe que precisa ser mudado. Temos que aceitar que ainda somos falhos e que cometemos muitos erros, mas sem nos sujeitarmos a essas fraquezas de caráter. Não desista: siga em frente, esclarecendo-se, alimentando-se de boas leituras, procurando bons ambientes e renovando o seu círculo de convívio. O aspecto emocional é consequência; não é causa. Melhorando o seu íntimo, automaticamente o lado emocional melhora também.

  6. Eu gosto muito de entender sobre o espiritismo e leio muitos livros. Tenho um pouco de entendimento, mas na hora de colocar em prática não tenho conseguido. A minha vida emocional quando não vai bem me abala profundamente, mais qualquer outra coisa. Eu não sei se idealizo demais as pessoas e não consigo enxergar como elas são realmente… Tive um breve relacionamento agora e eu gosto muito dele, estava tudo muito bem, mas nos afastamos e ele também tem problemas com traição e hoje não confia em ninguém. E o fim desse relacionamento me abalou demais, entrei em depressão e pedi a Deus que adiantasse meu processo de evolução aqui e depois me levasse. Mas não pensei em eu tirar minha a minha vida… Mas logo vinha outro pensamento – deixa de ser egoísta, você tem família e ainda um filho para criar – vinha um turbilhão de pensamentos ruins que eu nunca tive… pensar em morrer… a que ponto cheguei. As pessoas têm o livre arbítrio de suas escolhas, porque eu não estou conseguindo entender isso? Estou tão abalada porque eu acreditei tanto neste relacionamento que estamos construindo devagar ao longo do tempo. Eu fui ler as cartas, nunca gostei disso, saber do futuro, mas fui por insistência de uma amiga. Lá me disseram que ele não estava em meu caminho, pois ele era uma pessoa indefinida, e realmente ele é indefinido, que no futuro eu teria outra pessoa mais equilibrada na mesma sintonia… não sei se devo acreditar nisso… pode ser apenas suposição. Isto é apego meu? Atraio coisas que estão gravadas no meu subconsciente? ou algum resgate espiritual? Falta de amor próprio? Só quero me livrar desses pensamentos maléficos…

  7. Ana, vi seu comentário pedindo orientação ao Morel. Não discordo com nada do que ele lhe escreveu, mas,se me permitir, com todo respeito gostaria de dizer que quando estava lendo seu comentário eu me vi totalmente nele. Até os 21 anos me mantive virgem com o mesmo intuito das suas palavras, por fim desisti do pensamento que me acompanhava e com 21 anos simplesmente decidi perder a virgindade e para isso escolhi quem eu me sentia mais segura, mas isso não mudou nada, nunca mais o vi e tudo continuou igual, nunca dei sequência com ninguém, até que conheci uma mulher e foi inevitável, mesmo eu lutando contra em meu interior por ir contra os ensinamentos que me deixei levar, mesmo assim não teve jeito e eu me rendi e ficamos um ano e meio juntas, mas algo em mim estava errado eu ainda me perguntava se era um pecado. Hoje estou casada há 3 anos com minha amada com a qual quero compartilhar o resto dos meus dias e nunca estive tão em paz. Antes mais tudo me serviu pra ser o que sou. Espero não ter a ofendido, mas acho que devemos nos permitir. Os esclarecimentos e colocações do Morel têm me ajudado muito.
    Paz e amor pra você.

  8. Alessandra, macumba não é Espiritismo. Macumba é crendice e baixa magia; Espiritismo é uma Doutrina filosófico-científico-religiosa de base cristã. Atraímos quem tem ligações conosco, seja por experiências passadas em conjunto, seja por afinidade. Se não houvesse nada, na sua experiência como espírito, em comum com essa característica, você não atrairia isso. Provavelmente você envolveu-se com isso em existências anteriores.

  9. Me apaixonei de verdade somente duas vezes em minha vida, me casei sem estar apaixonada justamente por acreditar, na época, que o amor machuca demais. Analisando meus relacionamentos percebi que eles sempre foram com pessoas com problemas com espiritismo… tipo macumba mesmo. Há alguma explicação por que sou sempre atraída por esse tipo de homem?

  10. Se querem atingir a verdadeira imortalidade, parem de se masturbar e contenham ao máximo fazer sexo (principalmente com feiticeiras). Se estudarem o taoísmo e a gnosis vão entender melhor o que digo.

  11. Não, Sofia. A atração entre espíritos depende da sintonia que haja entre eles. O seu desejo é direcionado, tem endereço certo e é recíproco, não há quebra do livre-arbítrio, você não está desrespeitando ninguém. É, portanto, uma manifestação legítima, não se preocupe com isso. O importante é que haja respeito e afeto.

  12. Morel, você falou da masturbação associada à fantasia.
    No meu caso, gostaria de saber sobre a minha situação. Eu sinto um profundo sentimento por um homem e sei que ele me corresponde e que gosta de mim. Existem sentimentos genuínos entre nós os dois.
    Somos atraídos um para o outro. Apesar de estarmos longe um do outro. Existe uma grande atração sexual e por vezes só consigo afastar esse desejo através da masturbação. A minha questão é: apesar de só conseguir fantasiar com ele durante aquele momento, mesmo assim poderei atrair para mim espíritos menos evoluídos? Mesmo que exista sinceridade nas minhas intenções com esse homem?
    Pode me esclarecer? Obrigada!

  13. Creio que tudo o que eu precisava ler está contido nesta matéria. Passei um caso desses no qual resgatei uma mulher de uma vida de luxúria elevando-a para a categoria minha amada namorada, sendo que ela se encantara por mim e me seduziu com o seu corpo, ao passar do tempo revelava amor, ciúme doentio às vezes chorava muito perguntado onde eu me encontrava, mostrava dedicação e até uma quase veneração por mim dizendo que verdadeiramente eu era o homem da qual ela nunca teve falava abertamente na frente da minha família, amigos, parentes dela pros quatros cantos do mundo ouvir, tratou de mim quando precisei fruto de uma dengue terívele fiquei muito mal com o corpo todo cheio de placas vermelhas!!! Daí foi chamada por uma vizinha adúltera e moderninha para trabalhar numa grande loja de eletrodomésticos que está dentre as 2 maiores do Brasil, então a chefe relatava as suas misérias emotivas no casamento para com o marido para ela… daí foi o divisor de águas para fluir toda a vibração de promiscuidade que estava escondida nela vir a tona. A chefe dela dizia que ia para bares com amigas e voltava tarde da madrugada que tinha (amigos)e o marido não esquentava. Certa feita foi além ao relatar que não o largava por pena e pelos filhos, daí a influenciada começou a ir trabalhar de carro com ela e mais um amigo gay do trabalho. Aí o Nosso Pai Maior com a sua imensa bondade me revelou que ela já estava totalmente voltada aos caminhos da promiscuidade novamente tirando fotos (facebook do pessoal do trabalho pois ela mesma não gosta e não quer justamente para não ser pega) fotos nas festinhas de niver do trabalho agarrada com funcionários e me traindo com alguns deles. Fez-me lembrar da passagem bíblica: “O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.” 2 Pedro 2:22
    Confesso-lhes que ao conhecera eu era extremamente sensitivo e conseguia anular às forças infernais condensadas nela, mas com o passar do tempo fui me enfraquecendo e perdendo o contato com Oxalá e com isso dei passividade para espíritos imundos invadirem minha vida por completo. Foi difícil vê-la se desfazer de mim como se eu fosse um nada, mas devagarinho vou entendendo os planos do nosso Pai Maior para com a minha pessoa, pois sou homem de grande valor moral e espiritual desde minha infância! Quando criança em reuniões espíritas que via na casa de minha avó, alguns espíritos me odiavam somente ao olhar para mim mesmo sendo criança, acho que era a presença do Pai Nosso. Tenho total certeza que agora atrairei com minhas vibrações Divinas a minha alma gêmea, pois não gosto de frequentar motéis por causa da baixa vibração do ambiente já que vimos juntos até o meu nome aparecer escrito direitinho (Léo) na fumaça que saia do chuveiro do banheiro do motel e embaçou o espelho no teto acima da cama, justamente com esta mulher(Jezabel) que ficara apavorada com tal fato nunca dantes visto!!! Tenho tido caminhos fechados no campo amoroso pois nunca frequentei uma casa de Umbanda em minha vida para resolver tal coisa, somente estudei a Doutrina Espírita e assisti algumas palestras,contudo acredito que há muito mais no mundo real do que em alguns livros. Para finalizar quando ela dormia ela falava como uma criança de 6 anos e chupava dedo, no começo eu acreditava que era somente coisa do inconsciente, eu fazia perguntas e ela me respondia perguntava se me traia se me amava… A reposta era sempre que me amava muiiiito e nunca pensara em me trair. agora entendo que não era coisa do inconsciente e sim um espírito enganador em forma de criança que tomava conta da cabeça dela talvez um quiumba se manifestando e como estava longe do Amor de Nosso Deus não pude perceber e despachá-lo. Mas ficou o aprendizado. “Porque cova profunda é a prostituta, e poço estreito a estranha.” Provérbios 23:27
    Que ela tenha luz na penumbra da qual se encontra. Muita Paz a todos!!!

  14. Luisa, a resposta que dei à Cida é pontual; são situações diferentes. Não há nada de mal no sexo e não há nada de mal na masturbação. O mal está no abuso e nas fantasias. As fantasias sexuais se formam na mente como imagens, e estas imagens são vistas ou sentidas por espíritos que se afinizem com estes desejos e imagens. Ao fantasiar sexualmente corremos o risco de sintonizar com espíritos – sempre sintonizamos com espíritos que estejam na mesma faixa vibratória. Estes espíritos podem nos incentivar a manter o desejo e as fantasias para alimentarem-se de nossas energias. Não veja isso como algo assustador; estamos sempre em sintonia com espíritos encarnados e desencarnados. Mas o sexo, pelo seu potencial energético, exige mais atenção.
    A masturbação tem essa função de regular nossas energias, é uma prática válida e, em alguns casos, necessária; de outro modo seria difícil controlar o desejo, já que estamos longe da santidade pregada por alguns teóricos. O que se deve evitar é a fantasia, a erotização excessiva e principalmente a pornografia.
    Algumas pessoas acham que, se é para evitar a fantasia, não podem se masturbar, pois associam a masturbação à fantasia. Se a fantasia é necessária talvez não haja acúmulo de desejo, e se não acúmulo de desejo, talvez não haja a necessidade de masturbação.

  15. Bom Dia Morel,

    No comentário de Cida sobre controlar seus impulsos sexuais desregrados, você aconselhou eliminar a masturbação. A masturbação com um parceiro, ou só e algo ruim ou indigno?
    Pergunto isso, porque tenho uma vida muito corrida e não disponho de tempo para ter um relacionamento amoroso. Também me preocupo muito em desviar meu foco, eu quero me formar e acho que de todos os problemas para serem administratos na nossa vida: trabalho, família, estudos… Todos esses consigo driblar com maestria, mas problemas que envolvem relacionamentos amorosos para mim são perigosos… E de repente posso encontrar alguém legal e ser feliz, mas sofrimento amoroso para mim sempre impactaram os outros setores da minha vida, e por isso decidi não pagar para ver e nem me envolver com absolutamente ninguém até eu me formar.
    Pergunto se a masturbação é algo ruim porque estou sozinha há dois anos, e vai demorar mais três para me formar… Sou humana, e a masturbação me ajuda a liberar essa energia contida pela abstinência.
    Pelo menos eu acho que é mais acertivo masturbação do que sexo casual com alguém onde não existe sentimento. O que acha, Morel?

  16. Josiane, nosso poder creador depende de nossa capacidade individual de imaginação e execução. E atraímos para nós aquilo que for dominante em nossos pensamentos. A Ana imagina um príncipe, mas diz: “não consigo dormir à noite pelo sentimento de rejeição que ronda minha cabeça e as comparações que faço entre eu e minha irmã gêmea, já que a mesma tem um namorado lindo que a ama e nem mais virgem é.” Um pensamento combate o outro, um sentimento combate o outro.
    Atraímos aquilo que é realidade para nós, aquilo que é uma verdade interna incontestável. Aliás, este é o sentido da fé pregado por Jesus. Jesus nos disse que se tivermos a fé do tamanho de uma grão de mostarda, seremos capazes de mover um monte. Podemos analisar isso como uma metáfora, considerando que o monte significa os obstáculos da vida. Mas podemos interpretar isso também ao pé da letra. Grandes obras de engenharia, pelo mundo todo, já removeram montes, escavaram túneis em montanhas ou atravessaram o fundo do oceano. Todas essas obras, antes de se concretizarem, estiveram, por muito tempo, na mente de quem as projetou. Para quem idealizou essas obras elas eram realidade em suas mentes. E da realidade em pensamento passaram para a realidade material, exteriorizada, com muito esforço e dedicação. Foi preciso agir, e muito.
    Do mesmo modo com o príncipe encantado. Em primeiro lugar, é preciso a certeza de que o príncipe existe, sem sentimentos de rejeição e comparações com os outros. Em segundo lugar, é preciso agir. E a ação pressupõe a utilização dos meios de que dispomos para a concretização do que é realidade em nosso pensamento. Quem imagina um príncipe de contos de fadas imagina um ser inexistente, um ser que só existe em contos de fadas. Sabemos que não há ninguém, neste planeta, com a perfeição física, moral e intelectual que nos são oferecidos à imaginação nos contos de fadas. Mas quem imagina e acredita que pode encontrar O SEU príncipe particular, deve ter a capacidade de perceber, nas pessoas com quem se relaciona, as características que busca. Há inúmeros “príncipes” disponíveis, que não são tão bonitos quanto os príncipes da Disney, que trabalham em empregos comuns, que se expressam com erros de português, mas que têm capacidade de amar e ser amados. Perceber isso é crear. Essa é a nossa creação.
    So quem pode crear qualquer coisa é Deus. Nós creamos de acordo com a nossa capacidade, e dentro dos limites impostos pela coletividade. Nossa liberdade termina onde começa a liberdade do próximo; nosso poder creador também. Atraímos, inevitavelmente, aquilo que for predominante em nosso íntimo. Como o nosso acesso ao subconsciente é praticamente nulo, não temos como saber exatamente o que se passa em nosso íntimo. Por isso a importância de cultivarmos bons pensamentos e sentimentos, para irmos implantando ou transformando, pouco a pouco, a nossa realidade interna. Nosso poder de atração inclui o que geralmente se chama de carma, que nada mais é que o resultado de nossos pensamentos, palavras e ações. Escrevemos as nossas vidas, todos os dias. Algumas coisas estão escritas há séculos, e colhemos ainda hoje os seus resultados. Outras, estamos escrevendo agora, há pouco tempo, e se tornarão realidade material de acordo com a força que dermos aos nossos pensamentos e sentimentos.
    Somos nós que creamos a nossa realidade. A nossa realidade é, antes de mais nada, e principalmente, interna, íntima. A maneira como você vê as coisas é creação sua, é a percepção creativa da sua mente para o que os seus sentidos físicos captam da realidade material. Você vê, quase sempre, o que você quer ver. Isso se adapta, ainda, ao príncipe encantado. Ele pode ter surgido na vida de muitas mulheres sem que elas tenham percebido (isso também se aplica aos homens). Esperavam que ele viesse montado num cavalo branco e ele veio de ônibus ou numa moto…

  17. Morel,

    Você disse na sua resposta para a Ana que ela tem um fantasia, que é fora da realidade. Mas se nós criamos a realidade, então ela pode ter o príncipe que ela sempre quis, se ela criou na mente, e acreditou, ela pode ter.
    Me pareceu contraditório dizer que nós somos responsáveis por criar nossa realidade, e depois dizer que o desejo é fantasia.
    Gostaria de entender isso, podemos criar qualquer coisa, atrair qualquer coisa? ou há limites?

  18. Josiane, não sei a qual artigo você está se referindo, pois neste que você está comentando eu não lembro de ter sido tão categórico. De qualquer maneira, atraímos para nós o pensamento ou sentimento dominante, seja algo que queremos muito ou algo que tememos que aconteça. É comum que um pensamento ou sentimento anule o outro, pois ao mesmo tempo em que se quer muito alguma coisa, teme-se não conseguir ou merecer.

  19. Morel,

    Você disse que nós atraímos TUDO aquilo que pensamos, então quando pensamos em um príncipe encantado (rico,bonito etc), podemos atraí-lo, pois está dentro do TUDO. Até porque muitas mulheres têm homens assim na sua vida.
    Estou certa? Tudo pra mim significa sem limites.

  20. Luisa, o Espiritismo não proíbe nada. A Vida não nos proíbe nada. Como disse o apóstolo Paulo, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém.
    O casamento é uma instituição humana, é regulado por leis e costumes humanos. O que torna o sexo saudável não é o fato de os praticantes serem casados ou não. Apenas devemos ter em mente que o sexo forma vínculos entre as pessoas. Um dos parceiros pode ver o sexo apenas como prazer e não ligar-se ao outro; mas o outro pode envolver-se emocionalmente. Se um dos dois se envolver emocional ou afetivamente, o outro torna-se corresponsável pelo possível sofrimento que aquele que se envolveu vier a sentir.
    Sexo sem afeto não vale a pena. Nem o casamento, sem afeto, vale a pena.
    Cada um deve analisar o tipo de relação em que está se envolvendo e ter em mente que é responsável pelos sentimentos e emoções que despertar no outro.
    Então, não é errado o sexo antes do casamento. Mas a responsabilidade é grande.

  21. Cida, acho que não podemos lutar contra nós mesmos. Ficar sozinho é uma violência contra si mesmo – anão ser, é claro, que a pessoa sinta-se bem assim. O prazer sexual – que é energia – deve ser vivido e sentido pelo próprio ato sexual, sem a necessidade de fantasias. A fantasia deturpa a função do sexo e dispersa as energias. Se não conseguimos viver o sexo exclusivamente como troca energética, que ao menos saibamos limitar a fantasia ao próprio parceiro sexual.
    Não podemos ser hipócritas e pretendermos uma santidade que estamos muito longe de alcançar. Um modo de diminuir a fantasia, para quem tem parceiro fixo, é eliminar a masturbação e o acesso a qualquer conteúdo erótico. O desejo e a carga energética volta-se naturalmente para o parceiro, sem a necessidade de recorrer a estratagemas imaginários para a satisfação.
    O sexo é momento sublime e só deve ser praticado quando houver real vontade dos dois. Sexo e espiritualidade estão intimamente ligados. O sentimento de gratidão a Deus pela bênção do sexo dá à relação sexual outra conotação, livre de culpas.

  22. Morel, se ainda não consigo controlar meus pensamentos, minha imaginação e fantasias sexuais, ficar sozinha seria uma boa opção ou uma fuga sem resultado positivo?

  23. Tenho uma dúvida a respeito da vida sexual em relação ao espiritismo, querido.
    As religiões católica e evangélica condenam a prática do sexo antes do casamento.
    O que o espiritismo pensa sobre isso? É claro que temos livre-arbítrio, mas o espiritismo vê como obrigação o casamento para a prática sexual, ou o espiritismo apenas espera que o relacionamento com amor é o suficiente para existir uma vida sexual?
    Ou até mesmo que não haja amor, mas carinho e respeito entre o casal?

  24. Olá! Faz uma semana que leio e gosto de suas publicações.
    Quando li essa senti um choque, porque atualmente estou numa decisão firme de ajustar minha vida afetiva, o que tem me dado muito trabalho espiritual, pois luto a favor de pensamentos positivos e pra cultivar o amor-próprio, pra que eu me sinta merecedora de um companheiro interessante, essa é minha batalha espiritual, no campo do invisível.
    Meus pais são casados há 40 anos, mas com pouco diálogo, porém criaram seus “códigos” de convivência que justamente foi um exemplo negativo que quero mudar na minha vida.
    E, por isso resolvi escrever, já que tenho me esforçado tanto e nada mudou ainda, mas eu sinto que estou no caminho certo, acho que é meu carma pra que eu tenha resignação e paciência, porque tudo tem um tempo certo, pra plantar e colher, e também pode ser que eu tenha falhado nisso em outras reencarnações. Só sei que estou fazendo o meu melhor pra mudar essa minha insatisfação afetiva.
    Bjs.

  25. Ana, gostaria de ter respostas para tudo, mas não tenho. Apenas percebo em você uma grande expectativa, talvez grande demais. Desde criança você espera um príncipe encantado. Talvez se você concluir que príncipes encantados não existem, ficará mais fácil aparecer alguém “normal” em sua vida.
    Se você nunca se apaixonou, mas espera por alguém maravilhoso desde a infância, parece claro que você fantasia com algo que não condiz com a realidade. Pra complicar mais, você usa a sua irmão como parâmetro…
    A tendência é que nós sempre atraímos aquilo com que nos afinizamos. Você produziu um modelo, em sua mente, que não corresponde à realidade. E sente-se rejeitada e diminuída. Com esses pensamentos, com esse tipo de pensamento você nunca vai melhorar. Esqueça o seu príncipe encantado, esqueça a sua virgindade, esqueça o namorado da sua irmã. Se você quiser se relacionar harmoniosamente com alguém, pense harmoniosamente. Valorize as pessoas. Pessoas “maravilhosas” não dão em árvores. É muito mais interessante e real percebermos coisas maravilhosas em pessoas comuns.
    Você deve reaprender a pensar. Indico a você dois livros. O poder do subconsciente, de Joseph Murphy, e O poder infinito da sua mente, de Lauro Trevisan. Você encontra os dois em PDF na internet.

  26. Olá Morel Felipe, eu queria entender uma coisa: desde criança, antes de dormir, ao deitar na cama, me imagino tendo um namorado maravilhoso, que me ama e me trata com carinho, é lindo e tudo mais. Hoje já estou com 20 anos, nunca consegui ter uma relação que durasse mais de 1 noite com um homem, ou seja, eu fico com eles e depois nada continua. Posso contar nos dedos os que consegui me relacionar mais vezes e ainda faz muito tempo. Tive um namorado há 6 anos e hoje sinto que ninguém olha pra mim, pelo menos os que eu tenho interesse, os que eu acho bonitos, interessantes etc. Parece que seria um milagre se algum desses me chamasse pra sair ou mais, se apaixonasse por mim! Sou virgem por esperar que um dia irá aparecer um cara por quem eu me apaixone (porque pra falar a verdade nem sei como é se apaixonar) e não consigo dormir à noite pelo sentimento de rejeição que ronda minha cabeça e as comparações que faço entre eu e minha irmã gêmea, já que a mesma tem um namorado lindo que a ama e nem mais virgem é. Me sinto desgastada com isso e simplesmente não sei quando essa situação possa mudar, mesmo me imaginando com tais namorados “maravilhosos”. Esse sentimento de rejeição é muito ruim e já estou começando a parecer a amiga carente encalhada entre os amigos (que aliás eu sempre fui a encalhada)… Como posso mudar essa situação?

  27. Roberto, nós aprendemos através das experiências; se não experimentarmos, mesmo que pela observação, não aprendemos. Não somos os responsáveis pela felicidade de ninguém, mas somos responsáveis pelos nossos afetos, pelo afeto que despertamos nas pessoas em relação a nós. Muita paz pra todos nós.

  28. Eu tive uma relação por uns 2 anos e terminei porque não sentia mais as coisas como antes, brigas e irresponsabilidades foram a causa, mas com o tempo acertamos embora um dia eu simplesmente não queria mais, meu parceiro ficou muito tempo desgastado e profundamente depressivo, talvez tenho que acertar isso numa próxima vida (não sei), mas a questão é que eu aprendi a lição, sei o que é responsabilidade quando se deixa ou se tem uma relação, hoje estou com um outro parceiro, mas outra vez sinto que não gosto mais como antes e fico com ele porque tenho medo de ferir outra vez os sentimentos que criei e deixar mais um abalado. Tenho convicção de que minhas relações se dão por dois motivos: sexo e carência. Sempre busco as lembranças positivas que fizeram eu ter essa relação, mas acho que devia ser sincero com ele, antes de tomar qualquer decisão. Relação é uma coisa que realmente tenho que aprender. Muita paz!

  29. O Espiritismo não trata especificamente do assunto, nem deveria, já que sua ênfase é quanto ao uso do livre-arbítrio consultando a consciência.
    O mal não está no corpo, está no espírito. Ou seja, não há nada de errado no que se faz, mas como se faz. A relação sexual deve ser um momento sagrado de troca de energias. Com respeito e amor, não vejo por que algum ato deva ser considerado mau. Vejo a malícia como a tendência para a perversão, com exaltação de relações de poder, como submissão e domínio. O aviltamento do desejo, experimentando-o como se fosse apenas instinto animal. Sexo pode ser manifestação de amor e até de religiosidade.
    Mas o mal está no pensamento. Nas fantasias, na imaginação, nos pensamentos que não teríamos coragem de revelar.

  30. Morel, você falou em sexo sem malícia, o que seria? Sempre tive dúvidas a respeito do sexo entre eu e minha esposa, o que seria errado fazer no sexo. Bem, como todos aqui são adultos e racionais vou falar: seria errado praticar sexo oral, pode me esclarecer à luz do espiritismo essa minha dúvida? Obrigado, felicidades.

  31. Prezado Morel,

    Obrigada pelos seus textos, eles têm me ajudado muito! Atualmente é tão fácil relacionar-se com alguém e tudo, ao mesmo tempo, é tão fugaz!
    Há tantas tormentas na seara dos relacionamentos amorosos! Mas o mais importante foi ter uma opinião lúcida e firme a respeito de tema tão polêmico.
    Não podemos ser hipócritas para tratar de sexo. Crescemos numa sociedade que nos faz ver o sexo como pecado e algo vergonhoso, ao mesmo tempo em que somos bombardeados por ele em todos os cantos.
    É difícil pensar em reforma íntima sem querermos virar São Francisco da noite para o dia, como você bem disse.
    Quando me reconheci espírita nessa encarnação e procurei fazer o possível para me sintonizar, tinha dúvidas cruéis a respeito do sexo: Será que faço algo errado? Mas e o meu namoro? Devemos renunciar tudo como uma forma de expiação? Conseguiremos? Os espíritos malfazejos nos espiam nos momentos mais íntimos com o parceiro? Sempre??
    Você elucidou brilhantemente sobre isso. Precisamos buscar o equilíbrio, assim como nos comprometemos em outras áreas, como alimentação, consumismo, família, amigos. Para que o sexo não seja sempre um item excluído na nossa busca espiritual.
    Poder perceber isso e não sentir culpa é sensacional.
    Obrigada!

  32. Bebel, para escrever um livro é necessário um tempo que hoje eu não tenho, mas estou trabalhando num projeto para 2014. Recebo muitas sugestões de assuntos a serem abordados. É que às vezes falta inspiração para determinados temas. Não posso apenas escolher um assunto e escrever; fica muito frio. De qualquer modo, gostei da sugestão. Sobre o medo publiquei alguma coisa neste artigo: http://www.espiritoimortal.com.br/o-seu-pior-inimigo/
    Um abraço.

  33. Uauuu Morel… não pesquisei nada sobre você no Google e já não tenho o Facebook há muito tempo, mas… porque você não publica um livro? kkkkkkkkkkkk Sério, todos os dias estou acompanhando os temas que você aborda e são ótimos!!! Acho que você deveria falar mais sobre vida afetiva… eu já tive muitos problemas com isso. Tanto que decidi me fechar pra balanco por um bom tempo, porque eu finalmente vi que o problema não estava com eles e sim em mim. Tudo caminhava pra uma relação fadada ao fracasso mas eu com minha cabeçona romântica sempre achava que eles iriam mudar e se moldar ao meu jeito, olha só que estupidez rs…
    Eu acho que os ensinamentos de vida deveriam ser dados nas escolas. Se você ligar a TV você só vê promiscuidade, um romantismo exagerado, a mocinha pobre que casa com o moço bonito e rico e são felizes para sempre… Não que eu não acredite que isso pode acontecer, mas enche a cabeca das pessoas, principalmente das adolescentes de ilusões, digo isso por experiência própria. É incrível como a vida e o tempo faz a gente ver as coisas por outros ângulos. Hoje estou tentando ler mais e assistir menos TV. Acho que a mídia te hipnotiza e muitas vezes sem querer você já não tem opinião própria, você pensa e vive o que passa nas novelas e nos programas de TV.
    Socorro!! Falei demais… rs. Resumindo! Adoro seus textos!
    Uma outra sugestão, eu gostaria que um dia você abordasse o assunto MEDO, ANSIEDADE, INSEGURANÇA…
    Abraços.

  34. Concordo com sua colocação, Débora. Chamo a atenção para o fato de que as leis se complementam e agem juntas, como na física. Há uniões de pessoas aparentemente muito diferentes, e que de fato são muito diferentes em muito aspectos. Mas se atraem pelo que têm de semelhante. E as coisas que mais nos incomodam nos outros são justamente aqueles defeitos de que ainda não nos livramos totalmente. Obrigado pela participação.

  35. Eu acrescentaria que além da lei das afinidades, existe a lei da ação e reação e os resgates.
    Muitas vezes antes de atraímos alguém semelhante a quem somos nós hoje, temos que encontrar alguém para expurgar algum mal do passado, não sendo este alguém necessariamente aquele com quem tenhamos um dívida, porque este pode estar livre por ter perdoado, mas tudo tem que ser resgatado para depois sim, podermos seguir em frente com os nossos afins de hoje.

  36. Mais uma vez o Morel aborda um assunto importantíssimo nos dias de hoje. Nunca a sociedade esteve tão “sexualizada” como está nos últimos tempos. Em todos os locais, principalmente na mídia, existe o estímulo ao sexo desregrado, no qual acaba por pegar pessoas de fácil sugestão ou com problemas nessa faixa de vibração. Por isso que é sim, importante ter o controle e refletir sobre certos desejos desenfreados que surgem de repente no nosso dia a dia.

  37. Em qualquer relação há uma troca de energias. Numa relação sexual isso é potencializado, apenas isso. Os sentimentos e emoções não se transferem, mas as vibrações desses sentimentos sim. O importante é o sentimento que um tem pelo outro. O sexo, quando praticado por pessoas que se gostam e se respeitam, promove um equilíbrio psíquico, mesmo que passageiro. Quanto à atração pelas personalidades, sim; nós sempre atraímos quem se assemelha conosco no momento.

  38. Olá amigos, sou simpatizante do espiritismo, ainda tenho muito o que aprender, por isso gostaria de lhes fazer algumas perguntas: Se eu tenho um namorado revoltado, ao fazer sexo com ele e ter relações afetivas acredita-se que a revolta dele será transferida a mim? E eu, trato de depressão, tem dias que nem eu mesma me suporto, será que eu posso transferir isso ao meu namorado de modo que ele fique com sintomas da depressão como eu? Vocês acreditam que é minha personalidade que atraiu para mim meu namorado que também tem algumas frustrações assim como eu tenho? Como equilibrar nossas energias de modo que um não faça mal ao outro?

  39. É isso mesmo; quando estamos vivenciando a situação, parece somos muito diferentes. E podemos, sim, ser muito diferentes. Mas o que nos atrai uns aos outros são as afinidades. Obrigado pelo comentário.

  40. Antigamente, achava que opostos se atraíam. O tempo me fez ver o quanto estava equivocada, nós atraímos iguais, lei de afinidades, porém quando envolvidos na questão, não conseguimos enxergar. Lembrando Emannuel que ensina a cada um que ninguém abusa de alguém sem carrear prejuízo a si mesmo.
    Rosana

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