Reencarnação

Espiritismo e o arrependimento

prisão arrependimento

Morel Felipe Wilkon

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Espiritismo define o nosso estado, quando fomos creados por Deus, como “simples e ignorantes”. Simples; sem dúvidas ou questionamentos, sem preocupações, sem indagações íntimas de qualquer espécie. Precisávamos comer, o resto era secundário. Ignorantes; sem sabermos e sem nos questionarmos sobre quem éramos, o que estávamos fazendo ali, para onde iríamos depois.

Muitos milênios se passaram até que conseguíssemos descobrir algo dentro de nós a que chamamos “consciência”. E, mesmo depois de termos percebido a consciência, muitos séculos foram precisos para amadurecê-la.

Esse amadurecimento não quer dizer, de forma alguma, que já sabemos ouvir e obedecer a consciência. Estamos na fase de esforço para isso. Por enquanto a maioria das pessoas percebe a consciência apenas como geradora da dor da culpa.

O sentimento de culpa é o colapso da consciência
O sentimento de culpa é o colapso da consciência

O sentimento de culpa atinge quase todos. Recebo relatos de pessoas que sofrem muito com suas culpas, às vezes originadas de situações graves, às vezes surgidas a partir de coisas aparentemente banais. Mas muitos se culpam por muitas coisas, e a culpa os paralisa.

É da consciência que nasce a culpa, mas não é essa a função da consciência. Ao percebermos que cometemos um erro, devíamos passar diretamente para o estágio do arrependimento – a necessidade íntima de desfazer o que foi feito, de tentar consertar, remendar, reajustar, ou, se isso não for mais possível, pelo menos compensar de alguma forma.

Mas às vezes a consciência estaciona no sentimento de culpa. O sentimento de culpa é o colapso da consciência. A consciência culpada esgota, num período de tempo mais ou menos longo, as possibilidades de reação, de achar uma saída para o estado de autoacusação depressiva.

Embora a culpa exerça o seu papel de depurar os sentimentos, ela não é, de modo algum, necessária. Podemos nos arrepender, sentir a dor inevitável pelo erro que cometemos, mas agir imediatamente para buscar a recuperação emocional. Sem ação tudo parece difícil. O arrependimento pressupõe ação, pois é o ímpeto de cometer ação contrária à que ocasionou sua tristeza.

O arrependimento é a dor sentida pela dor causada. Por isso o arrependido desenvolve o firme propósito de não repetir o erro, de reparar o dano causado ou de compensar o erro com acertos.

O espírito arrependido está em processo de autocura. Sabe da gravidade do seu erro, sabe que não deve repeti-lo e sabe que deve caminhar na direção contrária à que gerou o erro. É o arrependimento que nos leva a nos comprometermos com o reajuste em relação a outros espíritos. É o arrependimento que norteia os rumos parcialmente traçados antes de nosso reencarne.

Nem sempre nos mantemos firmes nas resoluções tomadas antes de reencarnarmos. Sem a lembrança viva de nossos erros passados, sem a imagem clara do arrependimento que os desvios do passado causaram, podemos deixar de cumprir o que nos propusemos ou até mesmo repetir os mesmos erros que viemos compensar.

Por isso a importância de prestarmos atenção aos nossos pontos fracos. Se analisarmos com cuidado, não são muitos. As falhas de caráter que realmente nos fragilizam são poucas, mas são as mesmas há séculos e séculos. É sobre elas que devemos concentrar nossos esforços, direcionar nossas energias e transformar essa superação em força e entusiasmo pela Vida. 

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20 Comentários

  1. Morel, boa noite. Estava a procura de textos espíritas sobre o arrependimento e a reparação e acabei encontrando seu texto aqui e me fez pensar um bocado.
    Eu errei com uma pessoa que amo muito, errei por medo e outros sentimentos envolvidos, mas tenho bem consciência do meu erro, pois sei que mentiras nunca são boas, mesmo que tenham algum propósito, a verdade deve sempre prevalecer. Sou espirita tb e nunca errei dessa forma com ninguém, mas me perdi tentando consertar uma mentira com outra. Me cobrei muito nesse tempo em que fazia isso, pedia a Deus e ao meu anjo da guarda pra me orientarem, detestava fazer isso, mas eu fui me perdendo demais e não consegui consertar isso a tempo certo, a pessoa descobriu e ta me odiando agora. Sei que cometi uma falha grave e assumi tudo, pedi perdão e me arrependi totalmente por ter sido medrosa em não falar a verdade. Não sei o que realmente aconteceu comigo, pois nunca errei assim, mas você dizendo no seu textos que temos resgates passados, sei la se foi isso mesmo.
    Eu te pergunto o seguinte: a gente se arrepende de verdade, pede perdão pelo ato, sabe que feriu, mas está disposto a reparar o erro de toda a forma possível, devemos ser marcados para sempre em nosso erro? Pq a pessoa disse que nunca mais quer me ver na frente, fez a maior difamação de mim para todos. Sei que errei mas me arrependo de verdade, como devo agir? Eu to muito confusa, pq de um lado se eu não tenho a oportunidade de reparação, como fazer valer a reparação do meu erro?
    Obrigada e parabéns pelo site.
    Raquel

  2. Lucia, você já tem a resposta que procura. Você diz que está “muito consciente do que fiz de errado e da forma de reparar isto”. É isso o que você precisa. O auxílio que você busca você só poderá encontrar em você mesma, através da racionalização constante e do esforço permanente para perceber que ninguém é capaz de lhe dar motivos para ter ciúme. Uma pessoa pode ser leviana e desrespeitosa conosco, mas ninguém pode nos provocar ciúme. Um maníaco sexual, por exemplo, acusa as suas vítimas de o provocarem – mas ninguém pode provocá-lo se ele não for um maníaco, ou seja, não são as pessoas que o provocam; ele é que está doente.
    O sentimento de culpa só tem razão de ser até provocar o arrependimento e o firme propósito de não voltar a cometer o mesmo erro e de reparar, no que for possível, o erro cometido. Se houve o aprendizado, não há porque desperdiçar tempo e energia com a culpa.

  3. Bom dia!
    Sou uma pessoa muito ciumenta, e de certa forma acho que atraio pessoas que são da mesma forma. Meu primeiro relacionamento, que durou 7 anos, foi tomado por este sentimento, e eu era vítima da obsessão dele pelo ciúme, sofri muito com isto.
    Após este relacionamento comecei em seguida um outro com uma pessoa que também era ciumenta, mas que me dava motivos pra eu ser ainda mais com ele. Apesar de eu nunca ter descoberto nenhum tipo de infidelidade, ele sempre me provocou muito e não me passava confiança. Eu sempre tentei conversar muito com ele, mas minhas tentativas sempre eram frustradas.
    Certo dia fomos a uma festa e ele acabou comigo por ter ficado com ciúme de um rapaz que falou comigo e começou a me provocar conversando com as mulhres na festa. Eu com raiva comecei a beber muito, subitamente eu o vi conversando bem próximo a uma moça e senti uma fúria dentro de mim enorme e parti pra cima deles e acabei agredindo ele com uma mordida na boca (sangrou) =(
    Estou inconformada com esta minha atitude, pois ela não é de mim! Eu já tive momentos de muita raiva, mas nunca cheguei a este descontrole.
    Estou buscando de toda forma mudar meu comportamento, inclusive estou mais engajada na Doutrina e procurando ajuda psicológica, mas não consigo me libertar da culpa. Ele faz questão de dizer que eu acabei com tudo e que eu tenho que arcar com as consequências.
    Estou sofrendo muito. Já me desculpei com ele e com toda a família dele, no fundo sinto que ele quer reatar o namoro, mas acho que ele tem vergonha (orgulho).
    Quero saber de que forma devo agir e o que eu faço pra tirar de mim essa culpa e angústia.
    Está sendo muito difícil parar de remoer isto.
    Tenho certeza que depois deste erro vou ser uma pessoa melhor, pois estou muito consciente do que fiz de errado e da forma de reparar isto.
    Por favor, me dê uma luz! Um auxílio!

  4. Rosangela, meu propósito não é confortar, mas esclarecer.
    Você não perdeu a sua mãe. Sua mãe não está “perdida”, ela apenas voltou para o plano astral, para onde todos nós vamos. Isso não é perder. Aliás, ninguém perde ninguém, porque ninguém é de ninguém. Só podemos perder algo que é nosso, e as pessoas não são nossas, não nos pertencem. Somos seres individuais, cada um de nós tem suas trajetórias, e isso deve ser respeitado.
    Sua preocupação e seu sentimento de culpa são prejudiciais a você mesma, às pessoas que convivem com você, e, principalmente, à sua mãe. Ao pensar nela com preocupação e sentimento de culpa. você está passando a ela uma impressão mental negativa.
    Pare de se cobrar. A ideia de que talvez ela tenha piorado por estar longe de você é equivocada. E, mesmo que fosse verdadeira, já não seria responsabilidade sua, mas da sua mãe. Ela é um ser independente assim como você e todos nós, e nada mais natural que reaprendesse – como está reaprendendo agora – a conviver bem consigo mesma.
    Não se preocupe com suas irmãs, deixe que elas cuidem delas mesmas. Você tem marido e filhos. Cuide de si mesma e dos que vivem com você.
    No seu comentário, você responsabiliza o seu marido, depois as suas irmãs e depois você mesma. Pare de achar culpados. Sua mãe morreu porque todos morrem. Espiritualmente ela permanece viva, apenas não está mais neste plano.
    Agradeça a Deus todos os dias por ter tido a oportunidade de cuidar dela e conviver com ela. Ore para que ela esteja bem e se readapte rapidamente no seu novo plano. Sem tristeza, sem culpa, sem remorso.
    Procure um centro espírita, tome passes para equilibrar as suas energias.

  5. Boa noite! Estou passando por uma tristeza muito grande, acabei de perder a minha mãe! Somos em dez irmãos e durante dezoito anos ela viveu comigo, e nunca ninguém me auxiliou em nada, sempre cuidei da minha mãe com muito amor, cuidava dela melhor do que dos meus filhos, só eu levava nos médicos, enfim, sempre foi tudo eu, e gostaria, do fundo da minha alma, que fosse assim até o fim, porém, meu esposo era contra, pelo fato de sermos em mais irmãos! Ele achava que não era justo ela ficar só comigo, é claro que ela também me ajudou cuidando das minhas crianças enquanto eu ia trabalhar, mas eu nunca a prendi, pois fazia e faço faxina por dia, e sempre tirei dias livres para no caso precisar levá-la ao médico, e deixava ela disponível para ir pra casa dos outros filhos, só que o problema é que ela se apegou demais em mim, e não gostava de ficar na casa dos outros! Isso me causou sérios problemas, abalando seriamente a estrutura do meu casamento, comprometendo até a educação dos meus filhos! Me culpo grandemente porque permiti tudo isso, eu sempre achei que minha mãe por ser minha mãe não devia ser contrariada, mesmo porque ela com problemas de saúde morria de medo de perdê-la e ficar me remoendo de culpa, nunca gostei mesmo de responder mal, maltratar, enfim… sempre achei que as pessoas devem ser tratadas com mais amor, respeito e educação, mesmo que eu não concorde com algumas coisas, mas pra mim o importante é não contrariar… e assim fui com ela… acho que por isso ela se apegou demais a mim, porque os outros irmãos a tratavam com secura, respondiam, e agora estou na dúvida: quem agiu certo? eu ou eles? sabe, pra mim minha mãe nunca foi cruz pesada, amava as vezes de consulta, porque aí eu ficava ainda mais perto dela! Mas tudo mudou, como disse, meu esposo sendo contra, e eu não tendo mais o que fazer, pedi ajuda pras minhas irmãs, que contra a vontade delas, vieram e pegaram a mãe, que já havia concordado em ir, já que naquele momento eu não tinha outra saída… pois era salvar o meu casamento ou perder para ficar com a mãe! Mas a mãe que já não estava bem, foi ficando pior, quatro meses depois dela ter saído daqui, ela morreu… Estou me sentido culpada, porque se ela estivesse comigo ela não teria piorado, porque ela sempre falou que não aguentava viver longe de mim. Além da tristeza da perda da mãezinha, é a falta de união dos meus irmãos, e agora mais do que nunca falando mal, mas tão mal de mim!! Me ajuda, por favor, me dê uma palavra de conforto!!

  6. Olá, boa noite Morel.
    Me culpo e me arrependo por algo que fiz, foi uma coisa muito má, fiquei por meses pensando nisso até fazer e no segundo depois que fiz me arrependi, estou triste e minha consciência não me deixa em paz. Fui contra a vida de um animal… já pedi perdão a ele milhões de vezes. O que eu faço pra me redimir? Estou me consumindo de culpa.

  7. Ana, particularmente não vejo a EQM como algo extraordinário. Se grande mérito diz respeito às tentativas de comprovação científica de vida após a morte. Neste sentido tem grande valor a obra do Dr. Raymond A. Moody JR.
    Nós “morremos” todas as noites. Sempre que dormimos nos desligamos parcialmente do corpo físico e temos experiências tão reais quanto as que mantemos no estado de vigília. A maior parte dessas experiências nós não lembramos. Mas mesmo isso pode ser treinado. A projeciologia trata justamente disso. A princípio, qualquer pessoa suficientemente disposta pode conseguir sair do corpo físico com consciência.
    Os motivos pelos quais uma pessoa tem um EQM são tão variados que não permitem um comentário superficial. Mas são sempre novas oportunidades que a Vida oferece para a reajuste. Estima-se que 85% dessas experiências são boas. O proveiro que cada um faz disso varia de pessoa para pessoa, como você evidenciou nos exemplos citados.
    Um abraço.

  8. Saudações Morel!
    Estava lendo o artigo e veio uma questão na minha cabeça, que não sei se enquadra neste tema.
    Mas que me leva a pensar nos motivos e acontecimentos que se sucedem com as pessoas e suas condutas.
    Dentre os seus conhecimentos, poderia dar me uma luz sobre a chamada experiência quase morte que acontece com algumas pessoas, numa visão espírita?
    Terá isso acontecido precisamente, para que a pessoa se arrependa e seja uma forma de se iluminar e proceder a sua reforma intima? Será que essa experiência já está predestinada a acontecer antes da reencarnação?
    Porque dentre os comentários que tenho lido e a forma como a tv mostra estas situações através de séries, por exemplo, é a sensação de que a ” pessoa morre por acidente” . Para ilustrar a situação, num sentido figurativo, num documentário, num testemunho de uma mulher, eu vi, que a pessoa desencarnou, viu cenas da sua existência atual, tal como se fosse um filme, e depois chegando ao outro plano, lhe é dito que ” ainda não era a hora chegada” , tendo depois voltado ao corpo , no hospital onde estava a meio de uma cirurgia.depois disso, a mulher começou a viver uma vida mais espiritual.
    Lembro me de alguns relatos, por exemplo, no programa da norte americana Oprah, um senhor admitiu que antes de um acidente de avião que teve, era um ser humano muito egoísta, materialista e pouco afetuoso com os outros. Nesse acidente, ele ia num voo, no avião, quando a parte de cima do avião saltou e as pessoas foram sendo sugadas pelo ar e, ele referiu que ao olhar em volta via as pessoas envoltas em luz muito brilhante( como luzes) a elevarem se no céu. Ele sobreviveu e supôs que essa luz teria a ver com a bondade e as virtudes que esses carregavam na terra, e refletiu que queria mudar, ajudar mais os outros, pois quando morresse, queria ser uma luz brilhante como as que havia visto.
    Outra situação que me recordo, que vi uma vez, num programa de tv, uma mulher, referiu que durante o parto do seu filho, ela, ela teve complicações e foi induzida em coma. Durante esse período, ela diz ter viajado para outro plano, e lá tudo se assemelhava ao céu ( o paraíso) . Ela disse que pela primeira vez, sentiu se realmente em paz consigo mesma, e quando saiu do coma, ” queria voltar para lá” . Entrou em depressão, e já não sentia vontade de viver no plano físico. Não conseguia amar o filho e o marido, apenas sentia um vazio interior. Na dita entrevista, ela referiu que diariamente fazia um esforço para se prender ao plano terreno e contrariava se constantemente. Ou seja, comportava se de forma alheia com os outros.
    Não quero causar confusão, mas poderia me elucidar um pouco sobre isso?
    Será necessário a pessoa sentir se liberta do corpo físico para se arrepender e começar a viver mais para o espirito? Porque será que isso acontece?

    Abraço !

  9. Maravilhoso, amigos, obrigada pelo apoio. Rodrigo, suas palavras agora me fizeram sinceramente chorar para Deus, e agradecer esse momento único. Mil vezes e muito mais obrigada.

  10. Todos já fizemos isso, Ana Paula. Se já superamos isso hoje, no passado já fomos iguais. Precisamos ser tocados pelo Senhor Tempo.

  11. Cara irmã Ana Paula, é difícil não notar a sua tristeza provocada por alguém, certamente. Às vezes passamos momentos de terríveis tribulação onde só queremos chorar. É difícil, eu sei, mas temos que procurar pensar em nossa ascensão à espiritualidade maior, desapegar-nos do amor próprio exagerado e render-nos à lição que está sendo aplicada a nós. Saiba que certamente os teus amigos e familiares espirituais estão lhe assistindo, torcendo por você e ao mesmo tempo colhendo suas lágrimas. Chore mais, chore para Deus, pois quem chora para ele tem vitória. Muita luz dos seus amigos espirituais e do nosso mestre Jesus.

  12. Fiquei muito comovida com este artigo, é exatamente o que estou vivenciado hoje.
    É complicado levantar o “véu” para a verdade, não adianta mostrar o caminho se as pessoas não se arrependerem com sinceridade. Continuam magoando e persistindo nos mesmos erros.
    Desculpe, foi um desabafo, amei o artigo. Parabéns!

  13. Obrigado pelo carinho, Patricia. O primeiro beneficiado, sou eu, pois o que escrevo serve antes de mais nada a mim mesmo. Mas mais importante que as palavras são os atos. E é em busca da prática dos ensinamentos que chegam até nós que deve recair o nosso esforço diário.

  14. Morel, no mundo de hoje é muito difícil encontrar pessoas esclarecidas e realmente capazes de agregar verdadeiros valores a alguém, todos os dias leio suas postagens e você não tem noção o quanto me ajudam, por isso eu acredito que reconhecer e agradecer ajuda nunca é demais. Então agradeço a sua ajuda diária ao meu caminho de evolução e espero que continue muito tempo ajudando a mim e pessoas como eu em busca de conhecimento. Muita paz e que Deus continue iluminando seu caminho e suas sábias palavras!

  15. Boa tarde Felipe. Num passado próximo, me comportava de uma forma bastante errada mediante meus erros, me punia com acusações, me censurava com sentimentos enfermos, desencadeando assim, longos períodos de tristeza e angústia, e quando me envolvia com o mesmo erro, tudo se transformava em somas de erros e de decepções comigo mesma. Na busca da minha evolução consciente, percebi que o arrependimento e o autoperdão são ferramentas importantíssimas para nossa evolução. Com o estudo do evangelho tentando me melhorar a cada dia, tudo tem um novo e diferente peso na minha consciência, e o arrependimento tem uma grande importância, pois sem ele não estaria como estou. Um abraço.

  16. Boa tarde! Você tem algum e-mail que eu possa entrar em contato? Gostaria de tirar uma dúvida sobre mediunidade, se possível, claro!

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